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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Carro voador da Toyota pode chegar a tempo das Olimpíadas de 2020

Ao que tudo indica a montadora japonesa também resolveu se aventurar nesse ramo de negócios e deve usar o evento global como data final para entrega do projeto.
Chamado de Skydrive, o veículo se assemelha a um drone gigante – com cerca de 2,9 metros de extensão – e pode voar a até 10 metros do solo, atingindo velocidades superiores a 100 km/h. Apesar dos números, o brinquedinho pode ser considerado o menor veículo desse tipo no mundo caso realmente veja a luz do dia, podendo concorrer em pé de igualdade com iniciativas da Uber, da Kitty Hawk – empresa de Larry Page, da Google – e da chinesa Ehang.

Vale notar que o projeto não foi originado dentro da Toyota, mas sim em uma startup japonesa chamada Cartivator, que recebeu apoio financeiro e tecnológico da montadora. Ao todo, a empresa investiu 40 milhões de ienes (pouco mais de US$ 1,1 bilhão) no carro e ofereceu toda a expertise dos seus engenheiros para refinar ainda mais o equipamento. Com essa “mãozinha”, a ideia é que o veículo esteja pronto até o ano que vem e seja comercializado oficialmente em 2020.

Inovação e... burocracia

Embora pareça ser um conceito futurista, a ideia de carros voadores existe há tempos no imaginário popular, e diversas companhias brincam com o conceito desde o início da década. Com uma série de projetos da categoria sendo desenvolvidos em paralelo, a inovação só costuma esbarrar em uma barreira bastante complicada: a burocracia na certificação dessas aeronaves.
Com muitas das empresas mirando o gigantesco mercado norte-americano, itens como licenciamento dos veículos, adequação às leis de controle aéreo e treinamento de pilotos precisam ser resolvidos antes do sinal verde para o setor. Isso, porém, não parece assustar a Toyota, que deve começar seu trabalho em terras japonesas e investir cerca de 1 trilhão de ienes (R$ 30,4 bilhões) para que o sonho do carro voador deixe de ser apenas um sonho.
Modelo em escala do veículo aéreo

IMAGEN(S)


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Quedas e formato bizarro atrapalham projeto de entregas via drone da Google

Enquanto a Amazon promete investir em supermercados completamente automatizados para trazer mais agilidade e tecnologia aos seus clientes, a Google parece decidida a viabilizar seu sistema de entregas via drone, mesmo que a empreitada esteja enfrentando uma série de dificuldades. Ao que parece, em sua busca por tornar o chamado “Wing Marketplace” (algo como “Mercado com Asas”) em um serviço real e que pode ser oferecido ao público, a empresa acabou se deparando com alguns “pequenos” problemas de percurso.


As informações vieram de um artigo recente sobre o mais novo projeto da Alphabet – holding que é dona da Gigante das Buscas – publicado pelo The Wall Street Journal. Na matéria, o portal detalha os planos da divisão X da companhia para o sistema de transporte de produtos, que tem como maior objetivo alavancar um marketplace gigantesco da companhia na web. A ideia é que a loja online ofereça entrega via drone a um custo de apenas US$ 6 (R$ 20,37).
Pega a sua entrega aí, rapaz!
Com um conceito promissor, a empresa pode ter convencido Domino’s, Chipotle e mais uma série de redes de fast food a se juntar ao projeto para tentar tirá-lo do papel. Até mesmo as autoridades que cuidam do espaço aéreo norte-americano autorizaram a companhia a sobrevoar as cidades em um período de testes. O que deu errado então? Os drones estão se mostrando bastante instáveis em sua jornada e a equipe de desenvolvimento ainda anda discutindo internamente sobre o melhor formato para o equipamento.

O melhor ou o pior de dois mundos?

Indecisos se o brinquedinho deveria ser um quadcóptero ou ter um formato mais próximo de uma pequena aeronave, os funcionários da Alphabet acabaram optando por uma terceira opção que mescla ambas as categorias: um dispositivo que lembra um catamarã, com uma dupla de asas de cerca de um metro e meio de envergadura posicionada sobre dois travessões que trazem dois rotores cada. Não se preocupe, assim como o objeto é difícil de descrever, também parece ser difícil de controlar.
Os aparelhos andam sofrendo quedas terríveis, se perdendo durante o voo, exaurindo sua bateria antes da hora e tentando pousar em cima da copa de árvores
Segundo relatos de pessoas próximas ao projeto, esses drones estão se acidentando repetidamente. Entre os causos corriqueiros, os aparelhos andam sofrendo quedas terríveis, se perdendo durante o voo, exaurindo sua bateria antes da hora e – por que não? – tentando pousar em cima da copa de árvores. Teoricamente, o “Wing Marketplace” tinha o ano de 2017 como data para a sua chegada ao mercado, mas, pelo andar dos testes, o serviço vai precisar de mais tempo e alguns ajustes antes de ganhar os céus.

sábado, 29 de outubro de 2016

Google é melhor lugar para trabalhar pelo 4º ano seguido


A multinacional Google foi eleita a melhor empresa para se trabalhar no mundo pelo quarto ano consecutivo. A pesquisa é feita anualmente pela consultoria de São Francisco “Great Place to Work”. O segundo lugar ficou com outra companhia de tecnologia, a SAS Institute, e a terceira colocação ficou com a W. L. Gore & Associates, que faz produtos como cabos e conectores, materiais eletrônicos, fibras e soluções médicas.
As 25 multinacionais mais bem classificadas são quase todas norte-americanas, e muitas são do segmento de tecnologia. No entanto, alguns gigantes da área não entraram no ranking, como Facebook e Apple. As instituições financeiras também não foram bem, com exceção da Daimler Financial Service e da American Express.
Para a pesquisa, milhares de funcionários respondem a questionários e avaliações. Os principais pontos analisados são: relações interpessoais com a equipe, tranquilidade no local de trabalho, assistência e benefício que a empresa proporciona ao empregado e reconhecimento.
Veja abaixo a lista das 25 melhores empresas para se trabalhar no mundo:
1 – Google
2 – SAS Institute
3 – W. L. Gore & Associates
4 – Dell
5 – Daimler Financial Service
6 – NetApp
7 – Adecco
8 – Autodesk
9 – Belcorp
10 – Falabella
11 – Hyatt
12 – Mars
13 – Accor
14 – Cisco
15 – Cadence Design Systems
16 – Atento
17 – Hilton
18 – Scotiabank
19 – Diageo
20 – S. C. Johnson
21 – EY
22 – Adobe
23 – Monsanto
24 – 3M
25 – American Express
Via TERRA

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Google inicia projeto de entrega de comida via drone. Burrito voador!

A rede de fast food Chipotle, especialista em comida mexicana, formou uma aliança com a Alphabet, empresa que encapsula nada menos que a Google, para desenvolver um sistema de entrega de seus famosos burritos navegando pelos ares usando drones. Tudo vai ser feito através da plataforma chamada Project Wing, que já vem sendo testada a algum tempo como meio de delivery de diversos itens usando os quadricópteros.

Utilizando dispositivos voadores já de acordo com as novas diretrizes da FAA – a administração federal de aviação dos Estados Unidos –, a Alphabet vai começar os testes de entrega partindo de um food truck da rede de restaurantes e realizando as entregas dentro do campus da Virginia Tech em Backsburg.

Controle autônomo

Tudo vai funcionar de maneira automática, utilizando dados de mapeamento da área da universidade, mas o serviço vai contar com um ser humano pronto para assumir o comando do dispositivo caso algo de errado aconteça. Imagine a satisfação de um universitário ao receber dos céus um divino burrito para matar sua fome.
Além de aprimorar a tecnologia e o conhecimento do Project Wing, os testes vão servir para ajudar a FAA a definir novas regras para o voo de baixa altitude feito pelos drones, algo necessário para regular esse tipo de serviço que pode se popularizar e pouco tempo caso tudo dê certo.
Juntamente com o Chipotle, a Alphabet também vai avaliar a satisfação do consumidor com o produto após a entrega para entender se o sistema realmente pode ser colocado em prática de maneira mais abrangente.
FONTE(S)

domingo, 8 de maio de 2016

Como o Google planeja fazer entregas com drones a você

Entregas com drones: Google prevê que o serviço entrará em funcionamento até 2017.


Uma patente concedida ao Google no dia 25 de abril deste ano sugere como a gigante de tecnologia pretende fazer entregas de produtos em domicílio usando drones, os objetos voadores não tripulados.
Segundo informações do site Quartz, o método patenteado prevê que o drone terá uma corda acoplada, que levará lentamente o pacote até o chão. Além disso, sensores permitiriam ao drone identificar quando o pacote tocou o solo e a entrega foi finalizada.
O que mais chama atenção, contudo, é a forma de interação entre o drone e as pessoas. Segundo a patente do Google, os drones devem anunciar mensagens de alerta, como: “Cuidado. Afaste-se”, para que pedestres que circulam pela área não esbarrem no drone. Depois de fazer a entrega, o drone também deve dizer, em um tom alegre: “Entrega completa”.
Por enquanto, não há nenhuma garantia de que o Google irá desenvolver esse tipo de tecnologia nos formatos previstos pela patente. Em resposta ao site Quartz, um porta-voz da empresa se limitou a dizer que o Google detém muitas patentes, com os mais diversos tipos de ideias, mas nem todas elas amadurecem e se convertem em produtos ou serviços.
De qualquer forma, conforme relata o Quartz, o Google tem trabalhado no desenvolvimento de objetos não tripulados há anos. Dave Vos, diretor do Project Wing, divisão que cuida dos projetos de drones da Alphabet – holding que controla o Google –, disse em novembro que a empresa pode ter um programa de entregas em domicílio por drones em funcionamento até 2017.
O prazo mencionado por Dave Vos considera, porém, que as entidades que supervisionam e disciplinam a prestação de serviços por robôs nos Estados Unidos consolidem a regulamentação que dispõe sobre as entregas por meio de drones. 
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