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sábado, 29 de outubro de 2016

Google é melhor lugar para trabalhar pelo 4º ano seguido


A multinacional Google foi eleita a melhor empresa para se trabalhar no mundo pelo quarto ano consecutivo. A pesquisa é feita anualmente pela consultoria de São Francisco “Great Place to Work”. O segundo lugar ficou com outra companhia de tecnologia, a SAS Institute, e a terceira colocação ficou com a W. L. Gore & Associates, que faz produtos como cabos e conectores, materiais eletrônicos, fibras e soluções médicas.
As 25 multinacionais mais bem classificadas são quase todas norte-americanas, e muitas são do segmento de tecnologia. No entanto, alguns gigantes da área não entraram no ranking, como Facebook e Apple. As instituições financeiras também não foram bem, com exceção da Daimler Financial Service e da American Express.
Para a pesquisa, milhares de funcionários respondem a questionários e avaliações. Os principais pontos analisados são: relações interpessoais com a equipe, tranquilidade no local de trabalho, assistência e benefício que a empresa proporciona ao empregado e reconhecimento.
Veja abaixo a lista das 25 melhores empresas para se trabalhar no mundo:
1 – Google
2 – SAS Institute
3 – W. L. Gore & Associates
4 – Dell
5 – Daimler Financial Service
6 – NetApp
7 – Adecco
8 – Autodesk
9 – Belcorp
10 – Falabella
11 – Hyatt
12 – Mars
13 – Accor
14 – Cisco
15 – Cadence Design Systems
16 – Atento
17 – Hilton
18 – Scotiabank
19 – Diageo
20 – S. C. Johnson
21 – EY
22 – Adobe
23 – Monsanto
24 – 3M
25 – American Express
Via TERRA

sábado, 30 de julho de 2016

Empresa de drones de Israel pode comprar ativos da Odebrecht

Odebrecht: unidade de defesa registrou queda nas receitas depois que governo cancelou a produção de submarinos nucleares

A Elbit Systems, empresa de defesa israelense conhecida por fabricar drones e sistemas eletrônicos para aviação, planeja comprar alguns ativos da Odebrecht Defesa e Tecnologia no Brasil, de acordo com duas pessoas familiarizadas com o assunto.
Os ativos estão avaliados em cerca de US$ 50 milhões, disseram as pessoas, que pediram anonimato porque a informação não é pública. Os ativos fazem parte da Mectron, unidade da Odebrecht Defesa e Tecnologia que desenvolve e fabrica produtos e sistemas de alta tecnologia para usos militares e civis.
A AEL Sistemas, subsidiária brasileira da Elbit, não quis comentar. A Odebrecht Defesa e Tecnologia disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que, “em relação à Mectron, a Odebrecht Defesa e Tecnologia segue em negociação com diversas empresas internacionais”, mas que “permanecerá no setor de defesa, mesmo diante do cenário desafiador, e mantém o compromisso de oferecer soluções estruturantes para o Brasil neste mercado”.
A unidade da Odebrecht, conhecida como ODT, registrou queda nas receitas depois que o governo reduziu o gasto com seu programa de submarinos nucleares pela metade em um momento em que as autoridades trabalham para reduzir o crescente déficit orçamentário em meio à pior recessão do país em um século.
A empresa controladora, que é o maior conglomerado de construção da América Latina, anunciou o congelamento dos novos investimentos no Brasil no ano passado porque a crise de crédito restringiu o acesso ao financiamento após a prisão do então presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, em junho de 2015, como parte da Operação Lava Jato.
Ele renunciou ao cargo para se concentrar em sua defesa e continua preso. Marcelo Odebrecht nega irregularidades.
A Elbit, que no ano passado obteve cerca de 11 por cento de suas receitas na América Latina, ganhou contratos no Brasil em um momento em que o governo está transferindo recursos militares convencionais para a proteção de sua infraestrutura e de seus recursos naturais, em particular na Amazônia e nas regiões costeiras ricas em petróleo.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Walmart diz que usará drones dentro de 6 a 9 meses


Walmart: em 2015, a maior varejista do mundo pediu permissão aos reguladores norte-americanos para testar drones em entregas de produtos a clientes e verificação de estoques em galpões.

Walmart Stores disse nesta quinta-feira que começará a utilizar drones para verificar estoques em seus armazéns daqui seis a nove meses nos Estados Unidos, dando mais um passo em direção ao uso da tecnologia para competir melhor com os rivais.
Em outubro de 2015, a maior varejista do mundo pediu permissão aos reguladores norte-americanos para testar drones em entregas de produtos a clientes e verificação de estoques em galpões.
Os reguladores federais dos EUA ainda estão analisando as regras para a operação comercial de drones que seriam envolvidos em entregas de encomendas - vistos como a próxima fronteira para grandes varejistas como Walmart e Amazon.
Um dos vice-presidentes do Walmart Shekar Natarajan demonstrou o uso dos drones para os jornalistas em um dos centros de distribuição regionais da empresa.
"Ainda estamos nas fases iniciais de testes e compreensão sobre como os drones podem ser utilizados da melhor maneira em tipos diferentes de funções de negócios", disse. O drone controlado remotamente capturou imagens a 30 quadros por segundo de produtos nos corredores e alertou o usuário quando o produto estava esgotado ou armazenado incorretamente. Natarajan disse que os drones podem reduzir o trabalhoso processo de conferir estoques no armazém para um dia. Atualmente, leva um mês para concluir manualmente.
A companhia informou que a tecnologia e a câmera instalada nos drones foram desenvolvidas especificamente para a varejista.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Pesquisa de Clima


Pesquisa de clima sabe o que é?
O vídeo de hoje gurisada trata de um assunto que é realidade na vida do trabalhador brasileiro, a Pesquisa de Clima, e nada como uma experiência própria para contar o que é realmente uma Pesquisa de Clima Empresarial.

Inscreva-se no canal: https://www.youtube.com/watch?v=yKFwRMLEyIc

domingo, 8 de maio de 2016

Como o Google planeja fazer entregas com drones a você

Entregas com drones: Google prevê que o serviço entrará em funcionamento até 2017.


Uma patente concedida ao Google no dia 25 de abril deste ano sugere como a gigante de tecnologia pretende fazer entregas de produtos em domicílio usando drones, os objetos voadores não tripulados.
Segundo informações do site Quartz, o método patenteado prevê que o drone terá uma corda acoplada, que levará lentamente o pacote até o chão. Além disso, sensores permitiriam ao drone identificar quando o pacote tocou o solo e a entrega foi finalizada.
O que mais chama atenção, contudo, é a forma de interação entre o drone e as pessoas. Segundo a patente do Google, os drones devem anunciar mensagens de alerta, como: “Cuidado. Afaste-se”, para que pedestres que circulam pela área não esbarrem no drone. Depois de fazer a entrega, o drone também deve dizer, em um tom alegre: “Entrega completa”.
Por enquanto, não há nenhuma garantia de que o Google irá desenvolver esse tipo de tecnologia nos formatos previstos pela patente. Em resposta ao site Quartz, um porta-voz da empresa se limitou a dizer que o Google detém muitas patentes, com os mais diversos tipos de ideias, mas nem todas elas amadurecem e se convertem em produtos ou serviços.
De qualquer forma, conforme relata o Quartz, o Google tem trabalhado no desenvolvimento de objetos não tripulados há anos. Dave Vos, diretor do Project Wing, divisão que cuida dos projetos de drones da Alphabet – holding que controla o Google –, disse em novembro que a empresa pode ter um programa de entregas em domicílio por drones em funcionamento até 2017.
O prazo mencionado por Dave Vos considera, porém, que as entidades que supervisionam e disciplinam a prestação de serviços por robôs nos Estados Unidos consolidem a regulamentação que dispõe sobre as entregas por meio de drones. 
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