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quinta-feira, 2 de março de 2017

UPS testa entrega de pacotes com drones autônomos



O futuro é uma piração só, não é mesmo? É estranho pensar que em alguns anos atrás, muitas tecnologias atuais ou próximas da nossa realidade eram quase consideradas utópicas ou longínquas demais. Agora, os drones autônomos da UPS estão realizando as primeiras entregas de teste e pasme: tem dado certo.
A empresa por trás dos novos drones é a Workhorse, a mesma companhia por trás dos caminhões elétricos da UPS. Os octocópteros (veículos não tripulados com oito hélices) voam do teto de uma van ou caminhão e fazem a entrega de pacotes com até cinco quilos. Atualmente, a FAA (Federal Aviation Administration ou Administração Federal de Aviação) tem algumas regrinhas para os equipamentos voadores.

Uma das principais restrições é que o veículo não tripulado deve estar a uma distância que seja visível ao operador. Em outras palavras, quem o controla deve enxergá-lo (algo bem subjetivo). Contudo, quando eles são autônomos, algo que pode mudar essa regra. De qualquer forma, o operador do caminhão pode tomar o controle a qualquer momento.
O drone se comunica com o caminhão da UPS por sinal 4G e via rádio, pois em algumas áreas rurais ou com sinal ruim, a comunicação mais “antiquada” também se vira bem e realiza o serviço. Porém, nem tudo está refinado, pois um dos veículos não tripulados colidiu com outro objeto e quase foi destruído, mas foi um caso à parte.
Por ora, é difícil prever o quão perto estamos de uma realidade que entregue os seus pacotes com drones, mas os testes iniciais parecem promissores. Se o ritmo continuar assim, em breve a UPS pode considerar a operação e usabilidade segura.
FONTE(S)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Amazon completa com sucesso sua primeira entrega via drone [vídeo]

Depois de 3 anos desde quando anunciou seus planos para fazer entregas de produtos utilizando drones, a Amazon diz finalmente ter conseguido concluir com sucesso o envio de uma remessa real. A empresa afirma que sua primeira entrega via veículo voador autônomo foi realizada no dia 7 de dezembro em Cambridge, no Reino Unido.

O teste inicial possui uma série de limitações, como o fato de poder ser aplicado apenas com consumidores que moram nas proximidades de um centro de distribuição especial que a Amazon preparou com seus drones elétricos e totalmente autônomos. A Fire TV e o saco de salgadinhos pedidos pelo cliente foram do espaço de armazenamento até a casa do comprador em um total de 13 minutos – e o processo foi todo capturado em vídeo, é claro.


Por enquanto, os drones da Gigante do Varejo Online só podem voar durante o dia e sob condições climáticas perfeitas. Além disso, eles só têm permissão de trafegar por altitudes de até 400 pés. Com todas essas limitações, a Amazon ainda tem um longo caminho a percorrer antes que o sistema possa ser aplicado em escala global, mas ao menos sabemos que ele pode funcionar na prática.
IMAGEN(S)

Quedas e formato bizarro atrapalham projeto de entregas via drone da Google

Enquanto a Amazon promete investir em supermercados completamente automatizados para trazer mais agilidade e tecnologia aos seus clientes, a Google parece decidida a viabilizar seu sistema de entregas via drone, mesmo que a empreitada esteja enfrentando uma série de dificuldades. Ao que parece, em sua busca por tornar o chamado “Wing Marketplace” (algo como “Mercado com Asas”) em um serviço real e que pode ser oferecido ao público, a empresa acabou se deparando com alguns “pequenos” problemas de percurso.


As informações vieram de um artigo recente sobre o mais novo projeto da Alphabet – holding que é dona da Gigante das Buscas – publicado pelo The Wall Street Journal. Na matéria, o portal detalha os planos da divisão X da companhia para o sistema de transporte de produtos, que tem como maior objetivo alavancar um marketplace gigantesco da companhia na web. A ideia é que a loja online ofereça entrega via drone a um custo de apenas US$ 6 (R$ 20,37).
Pega a sua entrega aí, rapaz!
Com um conceito promissor, a empresa pode ter convencido Domino’s, Chipotle e mais uma série de redes de fast food a se juntar ao projeto para tentar tirá-lo do papel. Até mesmo as autoridades que cuidam do espaço aéreo norte-americano autorizaram a companhia a sobrevoar as cidades em um período de testes. O que deu errado então? Os drones estão se mostrando bastante instáveis em sua jornada e a equipe de desenvolvimento ainda anda discutindo internamente sobre o melhor formato para o equipamento.

O melhor ou o pior de dois mundos?

Indecisos se o brinquedinho deveria ser um quadcóptero ou ter um formato mais próximo de uma pequena aeronave, os funcionários da Alphabet acabaram optando por uma terceira opção que mescla ambas as categorias: um dispositivo que lembra um catamarã, com uma dupla de asas de cerca de um metro e meio de envergadura posicionada sobre dois travessões que trazem dois rotores cada. Não se preocupe, assim como o objeto é difícil de descrever, também parece ser difícil de controlar.
Os aparelhos andam sofrendo quedas terríveis, se perdendo durante o voo, exaurindo sua bateria antes da hora e tentando pousar em cima da copa de árvores
Segundo relatos de pessoas próximas ao projeto, esses drones estão se acidentando repetidamente. Entre os causos corriqueiros, os aparelhos andam sofrendo quedas terríveis, se perdendo durante o voo, exaurindo sua bateria antes da hora e – por que não? – tentando pousar em cima da copa de árvores. Teoricamente, o “Wing Marketplace” tinha o ano de 2017 como data para a sua chegada ao mercado, mas, pelo andar dos testes, o serviço vai precisar de mais tempo e alguns ajustes antes de ganhar os céus.
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