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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Prenderam Drone da Record e levaram produtores em Cana!

Em Rebelião que Aconteceu no dia 25/07/2017 no CDP de Pinheiros, Uma Equipe de produtores da TV Record São Paulo foi detida para Averiguação Por Agentes Penitenciários e Policia Militar no Entorno do presidio porque estavam sobrevoando a Área de segurança com um DRONE, Lembrando que esta pratica é permitida em locais Abertos que não seja restrito e tenha Autorizaqção.
A ANAC criou regras para as operações civis de aeronaves não tripuladas, também conhecidas como drones.



O Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial nº 94/2017 (RBAC-E nº 94/2017) da ANAC é complementar às normas de operação de drones estabelecidas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).

Pelo regulamento da ANAC, aeromodelos são as aeronaves não tripuladas remotamente pilotadas usadas para recreação e lazer e as aeronaves remotamente pilotadas (RPA) são as aeronaves não tripuladas utilizadas para outros fins como experimentais, comerciais ou institucionais.

Os dois tipos (aeromodelos e RPA) só podem ser operados em áreas com no mínimo 30 metros horizontais de distância das pessoas não anuentes ou não envolvidas com a operação e cada piloto remoto só poderá operar um equipamento por vez.



Para operar um aeromodelo, as normas da ANAC são bem simples! Basta respeitar a distância-limite de terceiros e observar as regras do DECEA e da ANATEL. Aeromodelos com peso máximo de decolagem (incluindo-se o peso do equipamento, de sua bateria e de eventual carga) de até 250 gramas não precisam ser cadastrados junto à ANAC. Os aeromodelos operados em linha de visada visual até 400 pés acima do nível do solo devem ser cadastrados e, nesses casos, o piloto remoto do aeromodelo deverá possuir licença e habilitação. 

Fonte: produção e Imagens canal City News/YouTube
Oslaim Brito

segunda-feira, 22 de maio de 2017

DJI poderá deixar seu drone inutilizável se não tiver registro oficial


Em um anúncio sobre atualizações de firmware, a DJI comentou sobre uma novidade um pouco controversa: todos usuários de drones da marca serão obrigados a registrar um novo processo de ativação no site da DJI. Caso os usuários não façam esse novo registro, a DJI poderá inutilizar totalmente o seu drone.

Apesar da novidade ser um pouco polêmica, ela foi pensada para ajudar os usuários: cada país tem a própria regulamentação sobre drones, então, ao registrar o drone e atualizar com o firmware adequado no site da DJI, o usuário poderá voar de acordo com as regras locais.
Como a própria DJI indicou em comunicado, caso o drone não passe pelo processo, ela sofrerá alguns "cortes". Por exemplo, ele poderá voar dentro de um raio de apenas 50 metros. Além disso, não poderá ir além dos 30 metros de altura. Outro ponto: a câmera não será capaz de realizar stream de imagens e vídeos par ao celular ou controle, tornando praticamente impossível bater fotos aéreas. Com todas essas limitações, o drone fica virtualmente inutilizável.
Vale notar que, no Brasil, Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgou recentemente quais são as regras para se voar por aqui. O registro no site da Anac é obrigatório para quase todos os drones, além disso, você acompanha abaixo as novas regras:
  • Drones com peso inferior a 250 gramas: não precisam ter qualquer cadastro 
  • Drones de 250 gramas a 25 quilos: cadastro no site da Anac 
  • Drones com mais de 25 quilos: registro (habilitação) na Anac 
FONTE(S)

domingo, 21 de maio de 2017

Anac libera uso de drones no Brasil; o registro é obrigatório

Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) regulamentou a utilização de drones no Brasil. Agora, todos os drones com mais de 250 gramas precisam ser registrados no site oficial da Agência, enquanto os drones com mais de 25 quilos exigem habilitação do piloto.


O presidente da Anac, Ricardo Botelho, comentou que a utilização de drones em desacordo com as novas regras implicam em processo administrativo, civil e criminal ao usuário. Vale notar que a exigência da habilitação é obrigatória não apenas para pilotos de drones com mais de 25 quilos, mas também para drones que voem acima de 400 pés (cerca de 121 metros). Por último, é obrigatório que pilotos tenham mais de 18 anos, independentemente do peso do drone.
De acordo com a assessoria da Anac, o registro no site sempre foi obrigatório. Contudo, apenas foram emitidas cerca de 400 autorizações — e a maioria para órgãos de segurança pública. Abaixo, você acompanha a divisão realizada pela Anac com as exigências:
  • Drones com peso inferior a 250 gramas: não precisam ter qualquer cadastro 
  • Drones de 250 gramas a 25 quilos: cadastro no site da Anac 
  • Drones com mais de 25 quilos: registro (habilitação) na Anac 

Registre seu drone diretamente no site da ANAC - CLIQUE AQUI!!

quinta-feira, 13 de abril de 2017

ANAC continua adiando a regulamentação para uso de drones


Aconteceu no último dia 4 a reunião entre empresários do setor de drones e a diretoria da ANAC, na qual foi debatida a regulamentação do uso dos “quadricópteros” para fins comerciais. A agência, mais uma vez, prorrogou a aprovação de regras.
Essa discussão está em andamento desde 2014, e sem saber ao certo o que seguir, as empresas que desejam utilizar esse tipo de tecnologia acabam empurrando para frente seus planos.
De acordo com Emerson Granemann, um dos idealizadores da DroneShow Latin America, uma feira do setor de drones, “a demora na regulamentação prejudica também os usuários que buscam mais produtividade, rapidez e segurança em seus projetos".
Segundo a proposta da nova lei que vem sendo discutida, no caso do uso profissional, a operação seria classificada de acordo com classes de pesos, ou seja, quanto mais pesado o equipamento, maiores as exigências para operá-lo.

Exemplos de usos profissionais

A tecnologia tem muitas aplicações com uso empresarial, como na inspeção de torres e linhas de transmissão, na qual os dados visuais e digitais coletados pelos drones substituem os helicópteros e proporcionam mais segurança às equipes de campo.
Para o resgate de pessoas, os drones permitem uma rápida localização da vítima em terra ou no mar, o que garante mais precisão para o salvamento.


Na agricultura, área de grande exploração no país, as aplicações são desde identificação digital das cabeças de gado dos grandes rebanhos, detecção de pragas, pulverização, até geração de modelos digitais do terreno para planejamento da colheita e do plantio.
Apesar de, em outros países do mundo, já haver leis específicas para o uso do equipamento, por aqui ainda existe a dificuldade de levar o projeto para frente.
IMAGEN(S)

sábado, 14 de maio de 2016

Drones que voam por até 8 horas modernizam fazendas

Xmobots: drone da empresa pode voar por até 8 horas.

Usar aviões para mapear e monitorar fazendas já é coisa do passado. Ao menos, é o que desejam as empresa que já têm serviços com drones voltados para a agricultura. Na Drone Show Latin America 2016, companhias como a SantosLab e a Xmobots apresentaram aparelhos que ajudam a tomar conta de plantações. 
O destaque da feira, que acontece no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, é o Nauru 500B. O produto tem autonomia de voo de 8 horas e foi criado para o monitoramento de grandes áreas acima de 200 km².  
O drone é capaz de realizar tarefas como sobrevoar fazendas de grande porte, linhas de transmissão de energia ou até mesmo fiscalizar rodovias e fronteiras. Para realizar esse serviço, o Nauru tem uma câmera de 36 MP.   
O preço, entretanto, é alto. Segundo a Xmobots, o Nauru sai por valores a partir de 200 mil reais, dependendo dos itens adicionais que o comprador quiser, como, por exemplo, uma bateria extra. 
Já a Santos Labs conta com os drones chamados Carcará II e Carcará III, que são voltados para o mapeamento aéreo de regiões rurais e urbanas.  O primeiro se destaca por contar com uma versão que funciona com a ajuda de energia solar, resistência à água e autonomia de voo de 2 horas; enquanto o segundo tem alta velocidade de deslocamento (150 km/h), consegue voar por até 5 horas e pode ser equipado com lasers.  
Além das empresas que entraram no setor de drones com o hardware, há quem tenha apostado no segmento com software. Esse é o caso da Esri, cuja distribuidora do Brasil é a Imagem. Essa companhia conta com programas para computador que podem analisar as imagens captadas pelos drones, com o intuito de tirar dados de inteligência a partir deles. 
Divulgação/Esri/Imagem
Drone2Map, software da Esri Imagem
Drone2Map: software analisa imagens feitas por drones
Os algoritmos do programa, chamado Drone2Map, identificam a altura, cor e forma dos objetos fotografados para identificar cada um deles. Com isso, é possível gerar imagens tridimensionais ou mesmo mapas de calor de uma região em um dia de trabalho.  
Para os entusiastas, a Drone Show Latin America 2016 contou com a presença do drone Phantom 4, da DJI. Ele é capaz de filmar com sua câmera embutida em alta resolução, desviar de obstáculos e até mesmo seguir pessoas.  
Divulgação/DJI
Drone DJI Phantom 4
Mas a diversão tem tempo limitado. Diferentemente dos drones comerciais, esse produto recreativo só consegue permanecer no ar por cerca de meia hora. No entanto, vale notar que os aparelhos usados em fazendas e linhas de transmissão de energia muitas vezes não utilizam somente baterias de íons de lítio para funcionar, o que prolonga a autonomia e encarece o uso.  
Assim como no setor agrícola, o valor do drone doméstico não é baixo. O preço do DJI Phantom 4 é de 9 mil reais.

Regulamentação

Com a regulamentação devida do uso comercial de drones, poderemos começar a ver esses pequenos Vants realizando entregas de compras, como almejam tanto a Amazon quanto o Google. 
No fim do ano passado, foi divulgada a primeira proposta de norma para regulamentar o uso de Aeronaves Remotamente Pilotadas, assim como aeromodelos pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). No entanto, mesmo com o setor de drones ansioso, a legislação ainda não avançou devido à sua complexidade. 
"Há uma análise do impacto dos drones para a navegação aérea já existente. O que você priorizaria: uma aeronave de 2 kgs, que faz filmagens e não tem ninguém a bordo, ou uma de algumas toneladas com 200 vidas a bordo? A intenção é sempre promover a segurança do espaço aéreo, assim como a das pessoas e patrimônios no solo", afirmou o Capitão Leonardo Haberfeld, chefe da seção de operações militares do subdepartamento de operações do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo).  
Haberfeld ressalta que até mesmo aves de pequeno porte podem causar dados a aeronaves que transportam passageiros, portanto, um drone, que tem um corpo mais rígido, é potencialmente perigoso. Ele conta que ainda não aconteceu uma colisão, mas um drone já vou visto perto de um aeroporto.  
A Anac também trabalha na regulamentação dos drones no Brasil e esclarece que há diferença importante entre o drone doméstico e o comercial. "A pessoa tem um controle maior da operação do drone recreativo, normalmente, o voo é em áreas apropriadas. No uso não recreativo, estamos falando de uma pessoa vendendo para a outra. Por isso, os critérios técnicos precisam ser mais apurados para garantir que os drones operem em segurança", declarou Roberto Honorato, gerente Técnico do processo normativo da Anac.  
A agência estima que uma regulamentação mais clara e apurada para os drones saia até julho deste ano.  
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