quarta-feira, 9 de novembro de 2016

GoPro inicia recall do drone Karma 16 dias após seu lançamento

GoPro anuncia recall do Karma por problemas de energia no drone



GoPro confirmou a realização de um recall do drone Karma, lançado em outubro de 2016. O problema, que gerou a ação de recolhimento do aparelho, refere-se ao fornecimento de energia nos quadricópteros, que podem ficar sem energia em pleno voo, aumentando os riscos de acidentes graves e danos.

A fabricante recomenda que proprietários do Karma devolvam seus drones diretamente à marca, ou então aos locais em que foram adquiridos, para receberem o ressarcimento integral pela compra. No momento, a GoPro não oferece aparelhos substitutos: será necessário esperar até que o problema seja corrigido e novos Karma cheguem ao mercado.
A inexistência de aparelhos com o problema corrigido para substituir as unidades defeituosas pode ser explicada pela gravidade da situação. Como os riscos de acidentes são altos e potencialmente graves, a GoPro pode não ter tido tempo hábil para corrigir a situação e fabricar novas unidades do Karma.
A questão é extremamente séria, já que o corte no fornecimento de energia em pleno voo pode significar quedas em áreas residenciais ou em multidões. Além desse perigo, qualquer queda tem chances de danificar de forma irreparável o aparelho e a câmera.
O Karma, lançado há 16 dias, é o primeiro drone da GoPro. O dispositivo chegou ao mercado com a dura tarefa de combater um espaço tomado por outros fabricantes, como a DJI.

Setor de drones já fatura 25% só com a agricultura



Drones permitem aumentar a produtividade e cortar custos na lavoura.


Produtores agropecuários são conhecidos pelo conservadorismo na hora de gerir os negócios, mas os ganhos de produtividade e a economia proporcionada pelos drones nas lavouras têm levado o setor a empregar mais a tecnologia.
A agropecuária já é responsável por 25% do faturamento global da indústria dos veículos aéreos não tripulados ou vants, estimado em US$ 127 bilhões, segundo o diretor da MundoGeo – empresa promotora da principal feira de drones do País, a DroneShow -, Emerson Zanon, com base em dados da consultoria PWC.
Em um país com forte vocação agrícola como o Brasil, uma das principais fabricantes do equipamento, a XMobots, tem 80% de sua receita proveniente de vendas para o mercado agropecuário.

“O setor de drones poderia estar deslanchando mais, não fosse a crise. Este ano vamos crescer menos ante anos anteriores, mas a receita com todos os setores deve aumentar de 55% a 60%”, disse a diretora comercial da empresa, Thatiana Miloso, ao Broadcast Agro, sistema de notícias do agronegócio em tempo real do Grupo Estado.
Desde 2012, a XMobots vinha dobrando a receita anual. Em 2016, o faturamento deve alcançar R$ 9 milhões.
O interesse crescente de produtores rurais pela tecnologia se explica pela influência positiva em dois fatores essenciais para a atividade: produtividade e custo.
O produtor Diogo de Toledo Lara Neto usa drones há quase três anos em sua propriedade de 10 mil hectares em Juscimeira, região de Rondonópolis (MT).
Ele contrata os serviços de uma empresa que coordena o sobrevoo dos equipamentos sobre 4 mil hectares de soja, milho e algodão, em dois períodos da safra: no começo e no fim do plantio. O equipamento capta imagens que permitem conferir in loco quais áreas têm doenças ou pragas.
“Antes, quando detectávamos o problema já era tarde, pois para percorrer mil hectares um funcionário demorava dois dias. Já o drone mapeia essa mesma área em duas horas”, disse Lara Neto.
O produtor diz que desde que começou a usar drones o custo com fertilizantes, correção de solo e defensivos caiu 6%. Já a produtividade em alguns talhões aumentou 16% e pode chegar a 20%.
“Monitorar uma lavoura de 4 mil hectares não é brincadeira. Se eu considerar uma safra nessa área e o investimento no serviço com drones, a economia paga o que eu gasto e ainda sobra dinheiro.” Ele gasta com o serviço em torno de R$ 80 por hectare.

Pequenos e médios

A Geosan, que presta serviços como o usado por Lara Neto, notou em 2016 o crescente interesse de grandes produtores e também de pequenos e médios, especialmente de cooperativas de café e citros.
Thatiana, da XMobots, diz que em 2015 não fechou nenhum negócio com esses setores. Neste, foram três contratos.
Já grandes grupos produtores do Centro-Oeste, detentores de propriedades com lavouras de milhares de hectares, começam a investir em uma frota própria de vants.
“Recentemente, um cliente fez um orçamento para dez aeronaves”, contou o diretor da Geosan, Nilton Carneiro Santiago.
A XMobots trabalha em um modelo de drone helicóptero, no formato da aeronave mas bem menor que ela, dotado de uma bateria com maior autonomia de voo e que permite carregar um reservatório de defensivo para aplicação do produto em áreas identificadas com falhas e pragas.
Lavoura de café em áreas montanhosas, onde a aplicação de defensivos ainda é feita por funcionários, é um dos segmentos que poderão se beneficiar da novidade.
A previsão é a de que o produto seja apresentado ao mercado no começo do ano que vem.

Imagens automáticas

Já a Embrapa trabalha em parceria com a Qualcomm, fabricante de processadores para smartphones, no desenvolvimento de uma placa que será embarcada no próprio drone para processar automaticamente as imagens capturadas pela aeronave.
Os modelos de drones atuais apenas captam as imagens, que precisam ser transferidas para softwares pesados e computadores mais robustos, o que onera a tecnologia para pequenos e médios produtores.
O primeiro protótipo do produto deve ficar pronto entre março e abril de 2017. O setor agrícola aguarda da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) novas regras para uso comercial de drones.
“Quando isso acontecer, acreditamos que a demanda vai explodir”, disse o pesquisador da Embrapa Instrumentação, Lúcio André de Castro Jorge.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Pesquisa afirma que fazer sexo com amigo fortalece a amizade

Não é de hoje que o termo amizade colorida é utilizado para definir amizades com, digamos, algo a mais. O cinema já discutiu o tema algumas vezes: é possível fazer sexo com um(a) amigo(a) e manter o vínculo de amizade? 
Para Heidi Reeder, do Departamento de Comunicação da Boise State University (EUA), não apenas é possível, como também recomendado para fortalecer a amizade.

Heidi realizou um estudo, analisando um grupo de 300 pessoas – entre homens e mulheres. Vinte por cento dos entrevistados disseram ter feito sexo com amigo(a) em algum momento da vida. Destes, 76% afirmaram que a amizade melhorou após a intimidade sexual.
O mais peculiar é que muitos namoros começam entre amigos após algumas relações sexuais e duram por muitos anos, ou até mesmo se tornam casamentos.

Conheça os modelos mais luxuosos do mundo: é a drone ostentação

Drones podem ser baratos e fáceis de usar ou altamente especializados e bem caros. Na lista a seguir, você vai conhecer alguns dos drones mais caros do mundo, saber quais são seus diferenciais e descobrir porque eles têm preços tão altos. Como os aparelhos presentes nessa lista são alguns dos modelos mais caros da atualidade, não espere que seja fácil adquiri-los no Brasil, como é o caso do EHang 184, que pode chegar a R$ 965 mil, e é vendido apenas pelo fabricante, ou até mesmo o Yuneec Tornado H920, com valor na casa dos R$ 12 mil, mas que requer importação, risco de taxação e fretes salgados.

DJI Phantom 4 – R$ 8 mil
Phantom 4 pode ser visto como drone "de entrada" entre os modelos mais caros com pegada profissional (Foto: Divulgação/DJI)


Phantom 4 é um dos drones mais caros que você pode encontrar no mercado brasileiro. Destinado à produção de imagens, o aparelho da DJI conta com câmera 4K, pode voar a 70 km/h no modo esportivo e tem autonomia de razoáveis 28 minutos com uma carga. Usando recursos de GPS e GLONASS, o Phantom 4 oferece recursos de rastreamento de percurso em tempo real e retorno ao controlador.
Embora o preço seja salgado, o DJI Phtanom 4 é um drone tido como de entrada para o mercado de aparelhos profissionais, mas que pode atender bem as necessidades de quem procura um dispositivo de qualidade para a produção de imagens, já que tem boa autonomia, cobre raio de 2 quilômetros e pode voar em velocidade relativamente alta.

Yuneec Tornado H920 – R$ 13 mil (US$ 4 mil)
Drone da Yuneec vem com câmera de apenas 2 MP (Foto: Divulgação/Yuneec)

O Tornado H920 é um drone profissional para a produção de imagens aéreas com uma câmera de apenas 2 megapixels, embora seja possível substitui-la por uma câmera de melhor qualidade. A autonomia de voo chega a 25 minutos, a velocidade máxima é de 75 km/h e o alcance chega a um raio de 2 km, segundo o fabricante.
Alguns modelos da Yuneec são vendidos no Brasil, como o Typhoon. No caso do Tornado H920, no momento, a única opção é importá-lo de sites especializados. O frete pode sair caro, dependendo do vendedor.
DJI Inspire 1 RAW – R$ 34 mil
Inpire 1 RAW é um dos drones mais interessantes da atualidade e que pode ser encontrado no Brasil (Foto: Divulgação/DJI)
A versão RAW do conhecido Inspire 1 Pro permite a ação simultânea de dois controladores, um administra a câmera, enquanto o outro se preocupa com o voo. Na nossa lista, o DJI Inspire 1 RAW é o último aparelho que pode ser comprado diretamente no Brasil. Em termos de desempenho e recursos, o RAW conta com câmera instalada que pode gravar em 4K e apresenta todos os recursos que se espera de um drone profissional, como transmissão ao vivo para o app, rastreamento e “volta pra casa” baseado em GPS e etc.
O RAW tem autonomia de 15 minutos e pode voar a até 64 km/h. Apesar do preço parecer bem salgado, o Inspire 1 RAW não chega a ser dos drones extremamente caros e de alta performance para a produção de imagem, o que o torna um aparelho bastante difundido entre produtores de vídeo no Brasil.
FreeFly Systems ALTA 8 UAV – R$ 38 mil (US$ 12 mil)
ALTA 8 da FreeFly é um drone ideal para o cinema (Foto: Divulgação/FreeFly)

Em certo sentido, o ALTA UAV é o último exemplo da lista que pode ser comprado com relativa facilidade, desde que você tenha o dinheiro em mãos. Trata-se de um drone com perfil profissional, voltado para a criação de vídeo e fotografia, com capacidade de carga de até 6 quilos, tornando-o habilitado para carregar câmeras de cinema.
Compatível com câmeras RED e ARRI, bastante conceituadas na produção digital de cinema, o drone pode voar por até 35 minutos, desde que esteja com a bateria de maior capacidade. O interessado no aparelho pode comprá-lo na loja oficial do fabricante, combinando frete diretamente com a FreeFly.
AEE F100 – R$ 187 mil (US$ 58 mil)
O grande destaque do F100 é a possibilidade de cobrir áreas enormes (Foto: Divulgação/AEE)


A AEE é uma fabricante especializada em drones profissionais de alta performance e o F100 é, talvez, o mais interessante deles. Pesando consideráveis 6 quilos, o aparelho voa por até 70 minutos com uma única carga de bateria e pode cobrir distâncias dentro de um raio de 10 km. Esse tipo de performance é simplesmente inatingível por alguns drones domésticos de alta qualidade, mas muito mais baratos.
As aplicações do AEE F100 são especialmente voltadas para vigilância e monitoramento de grandes áreas, como segurança no interior de grandes propriedades, inspeções e rondas em parques sujeitos a invasões e incêndios, por exemplo. Um cliente recorrente da marca é a polícia alemã.
XactSense Titan – R$ 387 mil (US$ 120 mil)

Aparelho da XactSense é vendido principalmente para empresas (Foto: Divulgação/XactSense)


O XactSense Titan é um drone construído para uso na produção de imagens, mas também em aplicações no desenvolvimento de mapas e na vigilância de áreas grandes. O que mais chama atenção nesse octóptero, além do preço muito alto, é o alcance que pode chegar a até 16 km. Para você ter uma ideia, um dos usos recorrentes desse aparelho tem sido no monitoramento da integridade de tubulações de gás e óleo. Seu grande diferencial é a possibilidade de operação autônoma, sem a necessidade de um controlador o tempo todo.
Sem contar com uma câmera própria, o XactSense pode receber DSLRs grandes sem dificuldade para produção de imagens em altíssima resolução para ser usado na produção de imagens de alta qualidade. Entretanto, seu preço realmente elevado o fazem interessante para empresas e não muito acessível para o consumidor.
EHang 184 – R$ 965 mil (US$ 300 mil)

Drone mais caro do mundo, o EHang 184 pode levar uma pessoa (Foto: Divulgação/EHang)


O EHang 184 é, de longe, o drone mais caro do mundo e fica fácil de entender porquê. Ao contrário dos outros exemplos dessa lista, o aparelho é capaz de transportar uma pessoa. Com autonomia de voo de 23 minutos, o EHang 184 pode ser controlado por celular e voa a uma velocidade máxima de 100 km/h.
Com esse preço, o EHang 184 é um drone que não pode ser encontrado em lojas. Para adquirir o aparelho, é preciso entrar em contato com o fabricante.

Drone Shift chega com controle que usa somente uma das mãos e polegar

O Shift é um drone que tem chamado atenção no Kickstarter. Um dos motivos para isso está no controle, que pode ser manuseado com apenas uma mão e o polegar. O design do aparelho lembra o de um joystick manche, comum em consoles clássicos, o que promete tornar a experiência de uso mais intuitiva e próxima do manuseio de um videogame.

Há diferentes variações do modelo à venda. O pacote mais completo engloba o drone com câmera 4K e controle com anel wireless, pelo preço de US$ 790 (R$ 2.510, no câmbio atual, sem impostos) e entrega a partir de maio de 2017. Já o combo mais barato, que custa US$ 89 (R$ 280) tem envio em março, acompanhado de minidrone sem câmera e controle com anel conectado fisicamente. Nos dois casos, o frete para o Brasil tem valor de US$ 24 (R$ 76).


Versão 2 do controle do drone Shift (Foto: Divulgação/this is engineering)

O controle é operado de forma idêntica, tanto na versão com anel sem fio quanto no modelo com anel embutido. Com isso, basta ao usuário segurar a peça, enfiar o polegar no anel e mover o dedo na direção que desejar para o drone: direita, esquerda, frente, atrás e girar. O gadget tem entrada micro USB, indicador de bateria e status do drone com som e vibração.


Drone Shift pode ser controlado com apenas uma mão (Foto: Divulgação/this is engineering)


Uma característica interessante do controlador é que ele pode ser usado em drones de outras fabricantes, como WLtoys, Cheerson, Eachine, Syma, JJRC e JiaYuan. A mágica ocorre graças ao aplicativo de celular, disponível para Android e iOS, pelo qual é possível selecionar o modelo compatível para operá-lo. Assim, quem tem um aparelho antigo poderá manuseá-lo também com apenas uma mão. O app permite ainda calibrar o controle, ver a gravação em tempo real, conferir potência do sinal e localização do drone e checar bateria.
Por falar na bateria, o componente tem capacidade de 5.000 mAh, fazendo com que o drone 1,2 Kg consiga voar durante 30 minutos. Ele atinge a velocidade de 80 Km/h e pode se distanciar do controle até 150 m. Além de gravar vídeos em 4K (30 fps), a câmera pode tirar fotos de 13 MP e campo de visão de 94º. Já o minidrone tem bateria 300 mAh, com até 8 minutos de voo.
Drone Shift traz câmera 4K e pode voar até 30 minutos (Foto: Divulgação/this is engineering)

O aparelho tem uma extensão vendida nos pacotes mais caros, que traz suporte a smartphone e espaço para guardar o controlador. O dispositivo adiciona funcionalidades ao drone, contando com controlador avançado de câmera, que permite colocá-la em primeira pessoa (FPV); ativação e desativação do GPS; teclas programáveis; tecla de modo de voo automático; e controle do gimbal.

Icarus: conheça o gadget que ‘rouba’ o seu drone em questão de segundos

Embora os drones já sejam usados há um bom tempo para atividades comerciais e governamentais, só recentemente esses brinquedinhos ficaram mais baratos, compactos e ganharam ares de hobby. Com essa popularização do dispositivo, um número cada vez maior desses veículos começa a ganhar os céus da cidade, para o terror de controladores de voo e cidadãos mais preocupados com a sua privacidade. Como lidar com esse cenário? Bem, se depender de um grupo de pesquisadores, a resposta é: “tomando controle dos drones, claro!”.

Enquanto aeroportos pelo mundo têm treinado seus próprios VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados) ou até mesmo águias para interceptar visitantes não autorizados em suas imediações e norte-americanos menos amistosos têm metido pipoco nesses equipamentos voadores, alguns participantes de uma feira de segurança no Japão mostraram que contra-atacar os drones pode ser bem mais simples do que se imaginava. Ao que parece, brechas na frequência de transmissão entre o objeto e o controlador abrem caminho para hackers.

"Volta aqui! É meu!"
O projeto foi apresentado na última quarta-feira (26), na conferência PacSec, em Tóquio. Segundo seu criador, Jonathan Andersson, o Icarus ataca o protocolo de comunicação DSMx – usado em uma infinidade de produtos de modelismo operados por controle remoto – e lê facilmente o código de identificação utilizado para a conversa entre o drone e seu controle. De posse dessa informação, o invasor assume o papel do condutor original e pode pilotar livremente o veículo – inutilizando os comandos de seu dono original.
De acordo com Andersson, isso só é possível de ser feito porque o “segredo” entre ambas as partes do equipamento não é criptografado, dando boas oportunidades para que um usuário malicioso possa se aproveitar da falha. Claro que, no fim, isso é bem mais complexo, já que o profissional de segurança afirma que o ataque a esse tipo de vulnerabilidade envolve uma sincronia precisa entre as transmissões via rádio e o envio de um pacote de dados malicioso – que faz com que o dispositivo aceite um novo “mestre” e rejeite o antigo.


Solução ou mais problemas?
Especialistas no assunto disseram ao site Ars Technica que, no setor de defesa e segurança, esse tipo de atividade não é exatamente inédito, mas que essa é a primeira vez em que uma ferramenta como essas é apresentada de forma tão clara ao público e em um pacote tão completo e eficiente. Mesmo que o autor do projeto não esteja disposto a vender o seu brinquedinho a empresas, governos ou donas de casa querendo acabar com a diversão dos vizinhos, não deve demorar até que a técnica de captura se torne facilmente acessível.
É aí que pode estar o problema, já que, como um número exorbitante de drones pessoais disponíveis no mercado utiliza o protocolo DSMx, temos em mãos uma receita praticamente garantida para o desastre. Ok, é de se imaginar que esse recurso, nas mãos certas, pode salvar vidas ao evitar a colisão de um avião com os brinquedinhos voadores ou impedir que bisbilhoteiros e ladrões confiram tudo que há na sua casa durante um voo de reconhecimento. No entanto, o potencial para atividades não tão bacanas é igualmente evidente.
Não adianta nada ter um controle desses se o seu drone for capturado
Terroristas que consigam acesso a um gadget como esse, por exemplo, podem articular um ataque massivo ao controlar uma série de drones maiores ou que usem combustível – e não eletricidade – para voar. Também é possível que algum espertinho vá perto de alguma região em que os entusiastas dos VANTs frequentem para roubar os dispositivos um a um, não é? Seja como for, esse não é um assunto que será resolvido tão cedo, já que consertar essa falha de comunicação deve exigir uma atualização considerável de software e hardware.
Por enquanto, a Horizon Hobby, idealizadora e licenciante do DSMx, preferiu não se pronunciar sobre o assunto ou dizer se pretende fazer algo para consertar a falha que dá ao Icarus total controle do seu drone. E aí, quanto tempo teremos até que a “novidade” chegue ao Brasil, hein?
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