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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
DJI vai lançar Phantom 4 Pro e mais novidades em evento em São Paulo
A DJI aabricante chinesa de drones DJI anunciou recentemente que vai trazer uma série de novidades para a Feira de Tecnologia e Inovação (FITIC), entre as quais está o novíssimo Phantom 4 Pro. A convite da Drone Store, revenda e única assistência técnica autorizada da marca no Brasil, visitamos sua loja em São Paulo para conferir a máquina de perto e falar um pouco sobre os outros aparelhos que aparecerão no evento.
O Phantom 4 Pro traz melhorias consideráveis em relação ao seu antecessor, o Phantom 4. A câmera, capaz de registrar filmes em 4K e 60 fps, foi aprimorada para ter 20 MP, contar com um sensor CMOS, ter maior latitude de exposição, permitir ajuste de abertura das lentes, e capturar até 14 fotos por segundo. Além disso, o drone agora vem com sensores de obstáculos posicionados em todos os seus lados, e não mais apenas na frente, e uma nova bateria capaz de suportar até 30 minutos de voo.
Convidadas de casamento são feridas por drone e festa acaba em processo
Não há como negar que uma das capacidades mais legais dos drones é permitir que você faça fotos em ângulos e alturas simplesmente impossíveis para a maioria dos humanos. Logo, ninguém deve se surpreender ao saber que esses autômatos se tornaram extremamente comuns em casamentos, para dar uma ajudinha nas filmagens do evento.
O único problema, é claro, é que nem sempre as coisas acabam bem. Caso em voga: a festa de casamento feita por Barry Billcliff e sua esposa. Ao tentarem usar o drone do noivo para gravar o evento, o dispositivo teria perdido o controle e colidido com duas pessoas, atingindo-as diretamente em seus rostos.
Kelly Eaton, a primeira das vítimas, quebrou seu nariz e seu osso orbital, além de sofrer uma concussão; já a outra, chamada Kneena Ellis, levou 20 pontos após sua testa ter sido cortada pelo veículo. Ambas agora estão processando o Searles Castle Event Management, local onde ocorreu o evento, por negligência.
Não pilote drones em festas
Como se a história não estivesse complicada o suficiente, parece que os noivos nem mesmo haviam recebido permissão para usar o drone na área do evento. “O Sr. Billcliff foi avisado pelo Castelo Searles em Windham, com absoluta certeza, de que ele não tinha permissão para voar um drone em nosso Castelo devido a nossa familiarização com as leis e zonas ao redor de nossa propriedade”, contou Scott Robb, vice-presidente da Searles Castle Event Management.
Infelizmente, isso não teria impedido Billcliff de colocar seu drone em operação, parando apenas depois de pedirem que ele desligasse o robô. Mesmo assim, o noivo teria colocado o objeto para voar novamente logo depois. Quando a gerência do evento foi resolver a questão mais uma vez, o acidente já havia ocorrido.
"O Sr. Billcliff foi avisado, com absoluta certeza, de que ele não tinha permissão para voar um drone em nosso Castelo"
Nas palavras de Robb, a situação não poderia ser uma receita melhor para o desastre: “Bom senso diz que nada de bom poderia sair de voar um drone dentro de nossa cara tenda que está drapeada de caros tecidos e tem candelabros pendurados”, afirmou ele. Robb ainda diz que a empresa não acredita ter qualquer responsabilidade legal pelo que ocorreu.
Em sua defesa, Barry afirma não ter pilotado o drone durante o evento. Segundo o que contou ao site Boston Herald, quem controlava o dispositivo no momento era um amigo em comum do noivo e da noiva. Seria então um caso de pilotagem embriagada? Não há evidências disso, pelo visto – o piloto apenas teria perdido o controle do veículo enquanto aprendia a usá-lo.
No fim das contas, além de todos os problemas causados no evento (que incluíram uma noiva furiosa com o fato de seu marido ter “arruinado o casamento”), o incidente também fez com que a lua de mel planejada por eles em Dubai não aconteça tão cedo.
domingo, 20 de novembro de 2016
Drones que podem ser controlados somente com uma das mãos.
Pilotar um drone usando apenas uma das mãos é uma facilidade que vem sendo incorporada aos poucos pelos modelos. A facilidade de pilotagem foi um dos motivos do sucesso do Shift, mas o modelo não é o único quadricóptero a oferecer o recurso.
Confira a seguir outros drones que podem ser operados dessa maneira, que, além de mais simples, deixa a outra mão livre para realizar tarefas diversas e oferece menos preocupações em relação a modelos que possuem muitos botões no joystick.
1) Shift
Controle do drone Shift pode ser operado com uma só mão (Foto: Divulgação/this is engineering)
O Shift é um drone leve e com câmera 4K. No entanto, o que chama mesma atenção é seu controle em forma de joystick manche, que pode ser operado com apenas uma das mãos. O direcionamento é feito por meio de um anel, fabricado em versões wireless e conectada. O produto foi vendido por preços a partir de US$ 89 (cerca de R$ 300, sem impostos) via Kickstarter, onde a campanha já está encerrada.
2) Typhoon Wizard
Typhoon Wizard, controle de única mão para drones da série Typhoon (Foto: Divulgação/Yuneec)
O Typhoon Wizard é um controle de única mão que permite pilotar qualquer drone da série Typhoon, da Yuneec. Além das direções esquerda/direita/frente/trás, o dispositivo pode alterar o ângulo de voo, bastando que o usuário incline-o na posição desejada. Tanto os drones da fabricante quanto o controle podem ser comprados no Brasil – o quadricóptero Typhoon H, por exemplo, tem preço médio de R$ 6 mil, e o controle Typhoon Wizard pode ser encontrado por aproximadamente R$ 1.300.
O mini drone recreativo RC UFO traz um controle de única mão, que facilita a pilotagem por parte das crianças – público alvo do modelo. O pequeno quadricóptero tem apenas 11 x 11 x 4,3 cm e pesa 36g. O "brinquedo" consegue ficar entre 8 e 10 minutos no ar, percorrendo distâncias de até 80 metros.
O drone é vendido por cerca de US$ 70 (R$ 240 aproximadamente, sem impostos, na cotação atual) em sites estrangeiros com entrega no Brasil.
Com o app oficial da Parrot FreeFlight 2.0, disponível para iPhone (iOS) e Android, usuário pode dirigir o AR.Drone com uma só mão. Isso porque o aplicativo gratuito cria um controlador virtual em um dos cantos da tela, facilmente operado com um único dedo.
Essa é uma diferença em relação a aplicativos de drones concorrentes, que permitem apenas ajustes na câmera e outras funções, mas não guiar o quadricóptero em si. No Brasil, o Parrot AR.Drone 2.0 é vendido oficialmente pela Apple, com preço de R$ 3.649.
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Drone Shift chega com controle que usa somente uma das mãos e polegar
O Shift é um drone que tem chamado atenção no Kickstarter. Um dos motivos para isso está no controle, que pode ser manuseado com apenas uma mão e o polegar. O design do aparelho lembra o de um joystick manche, comum em consoles clássicos, o que promete tornar a experiência de uso mais intuitiva e próxima do manuseio de um videogame.
Há diferentes variações do modelo à venda. O pacote mais completo engloba o drone com câmera 4K e controle com anel wireless, pelo preço de US$ 790 (R$ 2.510, no câmbio atual, sem impostos) e entrega a partir de maio de 2017. Já o combo mais barato, que custa US$ 89 (R$ 280) tem envio em março, acompanhado de minidrone sem câmera e controle com anel conectado fisicamente. Nos dois casos, o frete para o Brasil tem valor de US$ 24 (R$ 76).
O controle é operado de forma idêntica, tanto na versão com anel sem fio quanto no modelo com anel embutido. Com isso, basta ao usuário segurar a peça, enfiar o polegar no anel e mover o dedo na direção que desejar para o drone: direita, esquerda, frente, atrás e girar. O gadget tem entrada micro USB, indicador de bateria e status do drone com som e vibração.
Há diferentes variações do modelo à venda. O pacote mais completo engloba o drone com câmera 4K e controle com anel wireless, pelo preço de US$ 790 (R$ 2.510, no câmbio atual, sem impostos) e entrega a partir de maio de 2017. Já o combo mais barato, que custa US$ 89 (R$ 280) tem envio em março, acompanhado de minidrone sem câmera e controle com anel conectado fisicamente. Nos dois casos, o frete para o Brasil tem valor de US$ 24 (R$ 76).
Versão 2 do controle do drone Shift (Foto: Divulgação/this is engineering)
O controle é operado de forma idêntica, tanto na versão com anel sem fio quanto no modelo com anel embutido. Com isso, basta ao usuário segurar a peça, enfiar o polegar no anel e mover o dedo na direção que desejar para o drone: direita, esquerda, frente, atrás e girar. O gadget tem entrada micro USB, indicador de bateria e status do drone com som e vibração.
Drone Shift pode ser controlado com apenas uma mão (Foto: Divulgação/this is engineering)
Uma característica interessante do controlador é que ele pode ser usado em drones de outras fabricantes, como WLtoys, Cheerson, Eachine, Syma, JJRC e JiaYuan. A mágica ocorre graças ao aplicativo de celular, disponível para Android e iOS, pelo qual é possível selecionar o modelo compatível para operá-lo. Assim, quem tem um aparelho antigo poderá manuseá-lo também com apenas uma mão. O app permite ainda calibrar o controle, ver a gravação em tempo real, conferir potência do sinal e localização do drone e checar bateria.
Por falar na bateria, o componente tem capacidade de 5.000 mAh, fazendo com que o drone 1,2 Kg consiga voar durante 30 minutos. Ele atinge a velocidade de 80 Km/h e pode se distanciar do controle até 150 m. Além de gravar vídeos em 4K (30 fps), a câmera pode tirar fotos de 13 MP e campo de visão de 94º. Já o minidrone tem bateria 300 mAh, com até 8 minutos de voo.
Drone Shift traz câmera 4K e pode voar até 30 minutos (Foto: Divulgação/this is engineering)
O aparelho tem uma extensão vendida nos pacotes mais caros, que traz suporte a smartphone e espaço para guardar o controlador. O dispositivo adiciona funcionalidades ao drone, contando com controlador avançado de câmera, que permite colocá-la em primeira pessoa (FPV); ativação e desativação do GPS; teclas programáveis; tecla de modo de voo automático; e controle do gimbal.
Via Kickstarter
Icarus: conheça o gadget que ‘rouba’ o seu drone em questão de segundos
Embora os drones já sejam usados há um bom tempo para atividades comerciais e governamentais, só recentemente esses brinquedinhos ficaram mais baratos, compactos e ganharam ares de hobby. Com essa popularização do dispositivo, um número cada vez maior desses veículos começa a ganhar os céus da cidade, para o terror de controladores de voo e cidadãos mais preocupados com a sua privacidade. Como lidar com esse cenário? Bem, se depender de um grupo de pesquisadores, a resposta é: “tomando controle dos drones, claro!”.
Enquanto aeroportos pelo mundo têm treinado seus próprios VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados) ou até mesmo águias para interceptar visitantes não autorizados em suas imediações e norte-americanos menos amistosos têm metido pipoco nesses equipamentos voadores, alguns participantes de uma feira de segurança no Japão mostraram que contra-atacar os drones pode ser bem mais simples do que se imaginava. Ao que parece, brechas na frequência de transmissão entre o objeto e o controlador abrem caminho para hackers.
"Volta aqui! É meu!"
O projeto foi apresentado na última quarta-feira (26), na conferência PacSec, em Tóquio. Segundo seu criador, Jonathan Andersson, o Icarus ataca o protocolo de comunicação DSMx – usado em uma infinidade de produtos de modelismo operados por controle remoto – e lê facilmente o código de identificação utilizado para a conversa entre o drone e seu controle. De posse dessa informação, o invasor assume o papel do condutor original e pode pilotar livremente o veículo – inutilizando os comandos de seu dono original.
De acordo com Andersson, isso só é possível de ser feito porque o “segredo” entre ambas as partes do equipamento não é criptografado, dando boas oportunidades para que um usuário malicioso possa se aproveitar da falha. Claro que, no fim, isso é bem mais complexo, já que o profissional de segurança afirma que o ataque a esse tipo de vulnerabilidade envolve uma sincronia precisa entre as transmissões via rádio e o envio de um pacote de dados malicioso – que faz com que o dispositivo aceite um novo “mestre” e rejeite o antigo.
Solução ou mais problemas?
Especialistas no assunto disseram ao site Ars Technica que, no setor de defesa e segurança, esse tipo de atividade não é exatamente inédito, mas que essa é a primeira vez em que uma ferramenta como essas é apresentada de forma tão clara ao público e em um pacote tão completo e eficiente. Mesmo que o autor do projeto não esteja disposto a vender o seu brinquedinho a empresas, governos ou donas de casa querendo acabar com a diversão dos vizinhos, não deve demorar até que a técnica de captura se torne facilmente acessível.
É aí que pode estar o problema, já que, como um número exorbitante de drones pessoais disponíveis no mercado utiliza o protocolo DSMx, temos em mãos uma receita praticamente garantida para o desastre. Ok, é de se imaginar que esse recurso, nas mãos certas, pode salvar vidas ao evitar a colisão de um avião com os brinquedinhos voadores ou impedir que bisbilhoteiros e ladrões confiram tudo que há na sua casa durante um voo de reconhecimento. No entanto, o potencial para atividades não tão bacanas é igualmente evidente.
Não adianta nada ter um controle desses se o seu drone for capturado
Terroristas que consigam acesso a um gadget como esse, por exemplo, podem articular um ataque massivo ao controlar uma série de drones maiores ou que usem combustível – e não eletricidade – para voar. Também é possível que algum espertinho vá perto de alguma região em que os entusiastas dos VANTs frequentem para roubar os dispositivos um a um, não é? Seja como for, esse não é um assunto que será resolvido tão cedo, já que consertar essa falha de comunicação deve exigir uma atualização considerável de software e hardware.
Por enquanto, a Horizon Hobby, idealizadora e licenciante do DSMx, preferiu não se pronunciar sobre o assunto ou dizer se pretende fazer algo para consertar a falha que dá ao Icarus total controle do seu drone. E aí, quanto tempo teremos até que a “novidade” chegue ao Brasil, hein?
FONTE(S)
IMAGEN(S)
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Mavic Pro novo drone da DJI é dobrável e pode concorrer com GoPro Karma
A DJI se prepara para trazer ao Brasil seu novo drone Mavic Pro, que deve estar disponível ainda em 2016. A aeronave portátil é fácil de usar e usa as tecnologias mais atuais de voo controlado, sendo capaz de fazer fotos e vídeos, além de ser programado para voltar automaticamente ao ponto de partida - caso perca o contato com o dono ou fique sem bateria. O quadricóptero também é equipado com um sistema que permite desviar de objetos sem depender de sinais de satélite.
Novo Mavic Pro pode fazer vídeos a 4K e voar por quase 30 min (Foto: Divulgação/DJI)
O Mavic Pro é compacto e promete concorrer diretamente com o Karma, da rival GoPro. Ele é portátil, podendo ser carregado com facilidade, e é equipado com uma câmera 4K e um sistema de navegação com alcance de 7 km, com autonomia de voo de aproximadamente 27 minutos.
O drone pode ser montado rapidamente graças aos seus quatro braços dobráveis com hélices e pilotado através de um controle remoto a longa distância ou com um smartphone a curta distância.
Um dos novos recursos adicionados é um sistema de autonomia de voo que usa recursos de navegação como cinco câmeras, GPS, sensores ultrassônicos e 24 núcleos computacionais para posicionar e planejar as rotas do modelo. Isto permite que ele seja usado sem a ajuda de sinais de satélite para desviar de objetos, aumentando o raio de ação mesmo em ambientes 3D complexos a velocidades de até 36 km/h.
Drone é compacto e pode ser montado com facilidade (Foto: Divulgação/DJI)
O sistema de retorno automático é acionado toda a vez que o Mavic Pro perde contato com o controlador ou sua bateria atinge níveis críticos. Ele grava um vídeo curto toda vez que decola, usando informações dele e do GPS para aterrissar no mesmo local ao retornar. Dessa forma, fica mais difícil perder o drone em caso de problemas.
A câmera do quadricóptero possui 12 MP e é capaz de fazer vídeos em qualidade 4K a 30 fps ou 1080p a 96 fps. Um sistema de estabilização com três eixos evita que o conteúdo saia tremido e fora de foco, segundo a DJI.
O Mavic Pro já está a venda nos Estados Unidos e deve chegar ao Brasil ainda em 2016. O drone é vendido por US$ 999 (R$ 3.237 - em conversão direta), estando disponível também em uma versão com equipamentos extras como hélices, um hub de recarga e adaptadores por US$ 1.299 (R$ 4.210). O preço oficial de venda no país ainda não foi anunciado.
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