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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Gladius o drone subaquático filma em 4K e pode ser controlado pelo smartphone



O Gladius é um drone em formato de submarino que é capaz de submergir a até 100m de profundidade. Com uma câmera de alta definição embutida, o dispositivo permite fazer registros do fundo do mar em fotos e vídeos. Ele é manobrado através de um controle especial para Android e iOS, semelhante ao de um videogame.

O gadget ainda está em fase de arrecadação de fundos no Indiegogo e é vendido a partir de US$ 599 (cerca de R$ 1.850, sem contar impostos), com frete adicional de US$ 99 (R$ 305) para o Brasil e entrega prevista para junho de 2017.

A câmera do drone possui sensor de 1/2,3 polegadas CMOS, com capacidade de gravar vídeos a partir de 1080p na edição simples e 4k na avançada. As fotos são feitas com resolução mínima de 8 megapixels, com armazenamento por cartão sd de até 32 gb.

O acessório pesa 3 kg, mede aproximadamente 42 x 26 x 9 cm e tem velocidade máxima de cerca de 2 m/s. Ele é equipado com quatro motores, duas luzes de LED com 1.200 lúmens de intensidade.


O drone é vendido com uma bóia especial criada para estender a conexão por Wi-Fi, permitindo que o gadget permaneça conectado a longas distâncias. Esta bóia possui um cabo de cerca de 30m de comprimento para evitar que o dispositivo se perca em locais amplos como o oceano.
Via Indiegogo

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Drone, UVify revela o Draco, ‘acessível’ capaz de voar a mais de 160 km/h

Embora os drones estejam ficando progressivamente mais acessíveis, seja pelo número de modelos ofertados ou pelos preços cada vez mais convidativos, ainda é difícil encontrar um desses brinquedinhos que realmente mostre ao público do que a categoria é capaz quando o assunto é velocidade. Para dar uma chacoalhada nesse cenário, a UVify resolveu levar à CES 2017 uma bela novidade no segmento: o Draco, um drone de corrida que chega às suas mãos pronto para acelerar a cerca de 160 km/h. E aí, sentiu o drama?

Até agora, os usuários tinham um número seleto de opções que equilibrasse controles fáceis a uma boa agilidade de locomoção, fosse gastar alguns dólares em um pequeno veículo voador importado da China ou investir uma grana considerável nos incríveis equipamentos da DJI. Isso acontecia porque os verdadeiros modelos competitivos e feitos para disparar pelos ares eram basicamente desenvolvidos para um grupo mais especializado, disposto a fazer ajustes, comprar peças extras, mexer no aparelho e gastar horas para aprender como voar.



Compacto? Sim! Mas muito, muito potente
Com o gadget da UVify, exibido na área dedicada aos drones na feira de tecnologia norte-americana, a ideia parece ser democratizar o acesso à velocidade. É como se antes você precisasse ralar bastante e manjar muito do tema para montar seu PC para games e, agora, pudesse comprar um novinho em folha na loja e pronto para detonar na jogatina. A diferença com esse quadcóptero é que, em vez de cravar 60 fps em um jogo AAA na resolução 4K, o consumidor pode controlar uma máquina aérea em alta velocidade.

Afinal, mesmo que a sua marca máxima de 160 km/h só seja alcançada em “tiros” em linha reta, o dispositivo consegue se manter facilmente acima dos 100 km/h enquanto faz curvas e segue trajetos pré-determinados. Com um belo design, partes que podem ser facilmente substituídas em caso de acidentes e um precinho relativamente camarada – cerca de US$ 499 (R$ 1,6 mil) em sua versão mais básica –, as chances são que o UVify Draco abra portas e conquiste uma nova leva de apaixonados pelos drones de corrida.
Segundo a fabricante, o equipamento – feito de fibra de carbono para dar leveza e durabilidade ao projeto – deve ser lançado no próximo trimestre, mas sua pré-venda já foi aberta para quem quiser garantir o brinquedinho veloz. Além da edição original e voltada especificamente para riscar os céus, o Draco vai contar com um modelo HD, que traz uma câmera de melhor qualidade e capacidade de fazer streaming de vídeo em tempo real durante seus voos. Será que é bom deixar o saquinho de vômito à tiracolo durante o passeio aéreo?
IMAGEN(S)

Wingsland S6: drone de bolso tem câmera 4K e acopla diversos acessórios


Wingsland S6 é o drone de bolso mais fino do mundo com câmera 4K. Além de ser pequeno e produzir imagens de alta qualidade, o aparelho tem como diferencial o foco em entretenimento. É possível acoplar vários tipos de acessórios para adicionar funções extras ao drone, como um holofote, um display e até uma arma de brinquedo. 


Com a pistola, os usuários podem brincar de tiro ao alvo – ele suporta até seis balas de 8 mm "de mentirinha". O TechTudo colocou as mãos no Wingsland S6 na CES 2017, em Las Vegas, e podemos confirmar: ele proporciona bons minutos de diversão. O preço é de US$ 399 nos Estados Unidos (aproximadamente R$ 1.285 em conversão direta).

O Wingsland S6 é pequeno, muito pequeno. Com 138 mm x 79 mm x 32.6 mm, ele cabe na palma da mão e no bolso – o tamanho é bem parecido com o corpo de um iPhone 7 Plus. Carregá-lo na bolsa deve ser uma tarefa fácil, já que os seus 250 g (incluindo bateria) não atrapalham em nada. A portabilidade é uma vantagem para usuários que vão viajar e querem registrar os melhores momentos com a câmera 4K poderosa do drone. 

Falando nisso, entre as suas especificações está uma câmera 4K Ultra-HD com 13 megapixels e três eixos de estabilização de imagem. O Wingsland S6 ainda conta com recurso de foto panorâmica, vídeo em câmera lenta e pode seguir o usuário de forma automática. Para usar o drone, basta utilizar o seu smartphone para fazer o download do aplicativo de controle de funções. É por lá que a diversão começa. 

Diferente de outros drones, o Wingsland S6 tem como destaque o uso de acessórios de entretenimento que são vendidos separadamente. É possível adicionar uma tela com LED, ligar e desligar as luzes usando o seu celular. A empresa lembra que o "display voador" pode até ser usado em casos de emergência, como enviar um sinal de SOS, por exemplo. 


Mas o destaque mesmo é a arma de brinquedo. Na CES, o estande da fabricante ficou lotado de pessoas que queriam brincar de tiro ao alvo. Não é para menos. Em nossos testes, o drone cumpriu as expectativas e proporcionou alguns minutos de muita diversão. 
O funcionamento é bem simples: basta inserir as balas de 8 mm no suporte acoplado ao drone. Com o joystick (que será vendido separadamente), o usuário precisa controlar a mira e disparar no alvo. Os controles são simples e não sentimos dificuldades para utilizá-lo. Pelo app, o usuário pode usar o recurso de comando por voz, edição de vídeos e também voos simulados. Depois de gravar a diversão, é possível compartilhar os momentos em suas redes sociais. 




No geral, achamos o Wingsland S6 um bom produto para usuários menos exigentes, que estão à procura de diversão, mas sem abrir mão de imagens com qualidadeEm termos de comparação, se os drones da DJI são como DSLRs, o Wingsland S6 é como um smartphone com ótima câmera. O preço do lançamento é de US$ 399 nos EUA e ele está disponível para ser enviado para todo o mundo.

domingo, 24 de julho de 2016

Drone mais veloz do mundo atinge 137 km/h enquanto filma em 4K

Impressionante: esse pode ser apenas um dos adjetivos que definem o primeiro produto da recém-fundada empresa Teal, que nasceu em caráter de startup nos EUA. Trata-se de um implacável drone capaz de atingir 137 km/h enquanto filma em 4K. É o mais rápido do mundo. E não é só isso: o robô voador gira, mergulha e faz outras manobras no ar enquanto dispara em alta velocidade e sem largar o smartphone que registra tudo em 4K. Confira o vídeo acima.

Drone mais rápido do mundo é também um dos mais caros 
O empreendedor por trás do projeto, George Matus, tinha apenas 11 anos quando “pilotou” seu primeiro drone. Aos 16, o garoto competiu em uma corrida profissional desses dispositivos. Agora, aos 18, Matus decidiu adiar a entrada na faculdade graças a uma oferta do bilionário da tecnologia Peter Thiel, magnata conhecido na indústria. Com isso, a Teal foi fundada, e o drone “velocista”, conforme mencionado, é a primeira cria da companhia.

Beeeeeem caro!

Discreta, a startup começa a ofertar pré-vendas do drone a US$ 1.299 por unidade (ou R$ 4.480 na atual cotação do dólar). A promessa é lançar o produto antes do Natal deste ano.
A ambição da Teal quer “ir além” de apenas um drone que pode executar manobras aéreas enquanto voa. Diversos modelos por aí já fazem isso e entregam total estabilidade para a câmera, com revestimentos cada vez mais firmes no acabamento. No entanto, a empresa do jovem empreendedor traz um produto que carrega, consigo, uma NVIDIA TX1, que promete “aprendizado da máquina, voo autônomo e reconhecimento de imagem” – características que também não são raras e já podem ser encontradas em alguns modelos por aí.
“Basicamente, é um supercomputador dentro do seu drone. Você pode plugar esse negócio em um monitor e jogar games de PC se quiser”, explicou Matus, que torce para que a sua empresa se transforme numa plataforma cheia de apps de terceiros criados por desenvolvedores. A empresa já disponibiliza sua API e distribuirá a unidade em “hackatons” ao redor dos EUA (eventos voltados a desenvolvedores e criadores envolvidos com tecnologia).
Ah! Há mais um adendo: o drone velocista também tem resistência à água para ocasiões chuvosas. O que você achou dele? Opine na seção destinada aos comentários, logo abaixo.




FONTE(S)

sábado, 16 de julho de 2016

Novo drone 4K da Yuneec tem sistema da Intel para evitar acidentes

A Yuneec colocou em pré-venda o novo Typhoon H Pro, drone profissional com capacidade de gravar vídeos em 4K da marca. O grande destaque da nova versão do hexacóptero de fibra de carbono é o uso da tecnologia de câmeras RealSense da Intel, presentes em notebooks e em alguns celulares.
Hexacóptero da Yuneec é de fibra de carbono, pesa 1,8 kg e tem câmera 4K (Foto: Divulgação/Yuneec)

O recurso é usado no drone para atuar como um sistema ativo de detecção de obstáculos para prevenir acidentes. O Typhoon H Pro da Yuneec deve ser colocado à venda no mercado norte-americano a US$ 1.899 (R$ 6.443, em conversão direta).
O sistema embarcado de detecção de obstáculos e prevenção de acidentes usado pela Yuneec chama atenção porque se distância daquilo que é oferecido nos concorrentes, que usam tecnologias baseadas em sensores de som.
No caso do novo Typhoon, a câmera RealSense da Intel é controlada por um processador Atom e tem a tarefa de ler o ambiente em torno do aparelho durante o voo, gerando um mapa tridimensional do lugar de operação muito mais complexo do que aquele possível com os sensores de som mais comuns em drones. Segundo a Yuneec, isso permite que o Typhoon H Pro tenha uma impressão mais precisa das distâncias e tamanhos dos obstáculos, permitindo voo mais seguro.
Câmera RealSense da Intel é o grande diferencial do novo drone (Foto: Divulgação/Yuneec)

Ainda sobre a tecnologia RealSense, a Yuneec adianta que pretende vender módulos com a câmera da Intel de forma avulsa, permitindo a instalação em outros modelos. Contudo, data de disponibilidade do acessório e nem preços foram revelados.
No Brasil, a versão normal do Typhoon H, que usa sistema de detecção de obstáculos via som, é vendida em lojas especializadas por preços que giram na casa dos R$ 9.500.
Via Yuneec
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