Segundo a fabricante, uma combinação bem rocambolesca de produtos pode ser usada para construir o drone, que tem pouco mais de 2,7 metros de envergadura. A estrutura básica do aparelho, por exemplo, pode ser composta de vegetais compactados ou favos de mel, enquanto o sistema de pouco pode usar salame em sua composição. Salame? Sim! Afinal, ao que parece, o item é especialmente resistente para a tarefa, apresentando força e flexibilidade na medida certa.
Tudo indica que se trata de um projeto com motivação nobre, certo? Vale notar, porém, que alguns profissionais da área de ajuda humanitária não acreditam muito no potencial do equipamento da Windhorse Aerospace. Em entrevista ao Financial Times, o chefão da organização Save the Children, Kevin Watkins, disse que a iniciativa é apenas uma jogada de marketing. Para ele, as pessoas dessas áreas afetadas pela fome precisam de ajuda real e não servirem de cobaia para drones experimentais. E aí, será que a ideia tem futuro?