Se você tem um smartphone, é bem provável que tenha o WhatsApp instalado. O aplicativo adicionou nos últimos meses a encriptação de ponta a ponta como camada extra (e necessária) para a segurança de seus usuários. Contudo, algumas indicações vazadas na internet mostram que o WhatsApp não está protegendo a sua privacidade de maneira completa: endereços privados de IP são visíveis para servidores externos.
Isso significa que o protocolo fica visível em servidores que não são do WhatsApp. Assim que você compartilha links de outros sites dentro do aplicativo, os servidores e os bots do WhatsApp agem para garantir a integridade dos dados referentes ao link — isso para garantir se o domínio não é falso ou malicioso. Caso você se lembre, quando um link é compartilhado, um "preview" da página é mostrado na tela de conversa, com uma imagem e o título de uma matéria, por exemplo.
O problema acontece nesta tarefa — também chamada de ping, baseado no protocolo ICMP. Ao partir para um domínio fora do WhatsApp, é necessária uma conexão que inclui o IP do usuário. Então, os sites estão conseguindo enxergar este IP privado. Ou seja: servidores de outros sites ainda sabem quem você é (o IP é o 'endereço' do seu dispositivo) e o horário que acessa o link.
O WhatsApp ainda não comentou o caso. Quando responder, atualizaremos a notícia.
Drones se popularizaram por oferecerem novas maneiras de fotografar e filmar, mas o VANT (Veículo Aéreo Não-Tripulado) 200FH, desenvolvido no Brasil, mostra que esse tipo de máquina pode servir para uma série de outras atividades. O modelo vem com tecnologia de ponta para rastreamento de locais e pessoas.
200FH é um drone avançado fabricado por empresa brasileira (Foto: Divulgação/FT Sistemas)
O 200FH é um drone voltado para uso militar ou agroindustrial, diferentemente da maioria dos modelos da DJI, por exemplo. Ele é ideal tanto para missões de defesa e segurança pública quanto para uso comercial no agronegócio, logística e infraestrutura. Equipado com hardware avançado, o drone brasileiro é voltado para tarefas de monitoramento em tempo real. Ele é alimentado por combustível aeronáutico (gasolina ou querosene), tem capacidade de carga de até 50kg e pode ser monitorado em uma distância de até 100KM. O FT-200 conta com sensores de imagem com estabilização eletrônica e óptica, além de infravermelho, para reconhecer de longe um alvo de interesse. A máquina pode ser usada para obter dados geoespaciais em fronteiras e centros urbanos.
Em situações de perigo, o drone aciona medidas que permitem funcionar e realizar um pouso seguro mesmo quando não há comunicação com o controle da operação. O helicóptero ainda pode, em situações de emergência (como uma tentativa de roubo da carga), monitorar e filmar toda a ação, possibilitando que o dono acione equipes de segurança e a polícia para efetuar o resgate.
De acordo com a FT Sistemas, sediada em São José dos Campos (SP), o projeto foi encomendado pelas Forças Armadas Brasileiras e durou 10 anos, com mais de R$ 9 milhões em investimento. Recentemente, a mesma empresa forneceu drones para as operações militares nos Jogos Olímpicos Rio 2016.
Abriga por ser o mais rápido não é reservada aos meios tradicionais: se depender da Drone Racing League, organização que promove competições de corrida entre drones, a disputa também vai ser entre os pequenos robôs voadores.
A arma escolhida pela DRL, relativamente insatisfeita em voar a 130 km/h com seu Racer3 – modelo utilizado pelos pilotos da categoria –, foi o RacerX, um drone capaz de atingir impressionantes 289 km/h.
A marca foi suficiente para que o dispositivo voador de altíssima velocidade fosse incluído no livro dos recordes como o drone mais rápido do mundo. Para o registro, no entanto, foi considerada a velocidade média entre duas passagens em um espaço de 100 metros: o resultado oficial foi 263,1 km/h.
O desempenho é possível graças a quatro motores TMotor F80 2407 de 2500 kv que fazem com que as pequenas hélices girem a impressionantes 46 mil rotações por minuto.
A marca foi suficiente para que o dispositivo voador de altíssima velocidade fosse incluído no livro dos recordes como o drone mais rápido do mundo. Para o registro, no entanto, foi considerada a velocidade média entre duas passagens em um espaço de 100 metros: o resultado oficial foi 263,1 km/h.
O desempenho é possível graças a quatro motores TMotor F80 2407 de 2500 kv que fazem com que as pequenas hélices girem a impressionantes 46 mil rotações por minuto.
Para as competições da DRL, no entanto, a velocidade média ainda deve continuar um pouco mais baixa – afinal de contas, já é suficientemente difícil enxergar os drones voando a metade da velocidade máxima do RacerX.
Diogo no dia em que devorou o X-Tortura Foto: Imagem cedida pela Lanchonete Roda D'Água
O desafio estava lançado: comer o X-Tortura, sanduíche que pesa mais de 4 kg, em menos de duas horas. O prêmio? R$ 3 mil.
"Quando a promoção foi postada, devo ter sido marcado umas doze vezes na publicação. O pessoal que me conhece sabe que eu como bastante", conta o bancário Diogo Giacomini, 24, que conseguiu a proeza de completar a 'tortura'.
O jovem conta como fez para devorar a iguaria em 1h42: "Comi primeiro todo o recheio, a carne e creme. Depois, comi a salada, porque já tinha líquido por si só. Por último mesmo, o pão, que eu estava até molhando no refrigerante para facilitar".
Diogo conta que se arrisca em desafios semelhantes com certa frequência: "Eu não ia participar, na verdade. Fiquei pensando: 'Não vou fazer isso comigo de novo'. Só que, naquela semana, eu tinha batido o carro e precisava do dinheiro. Pensei: 'É uma mão na roda. Vamos lá!'"
Ele garante que almoçou quase 2 kg de comida cerca de seis horas antes de cumprir o desafio e, perguntado se chegou a pensar em desistir, nega: "Me sentia bem cheio, estufado. Fiquei com bastante sede e vontade de comer doce. Para falar a verdade, saí de lá querendo tomar sorvete. Só não fui porque minha namorada não deixou. Mas, para ter ideia, no outro dia fui num rodízio de pizza, estava normal".
Sandro de Arrazão, proprietário da lanchonete Roda D'água de Jaraguá do Sul (SC), explica a escolha do nome do prato: "Estava na dúvida entre X-Tortura e X-Golias, por causa do tamanho. Precisaríamos de um 'Davi' para derrubar esse gigante! [risos]".
E não é para menos! O sanduíche leva seis hambúrgueres, pão, frango desfiado, coração de galinha, calabresa, bacon, muçarela, milho, ervilha, tomate, alface, ovos, catupiry, cheddar e maionese caseira e mede 10 cm de altura e 40 cm de diâmetro, pesando mais de 4 kg.
Hambúrguer chega a pesar mais de 4 kg Foto: Imagem cedida pela Lanchonete Roda D'Água
De acordo com Sandro, entre 6 e 10 sanduíches são vendidos por semana, ao preço de R$ 110,00. Mas calma, nem todo mundo é doido de aguentar um sozinho: na maioria das vezes, o prato serve entre oito e dez pessoas.
Com a repercussão, pessoas de outras cidades estão indo conhecer a lanchonete. Sandro garante que novos desafios vêm por aí: "A partir do mês que vem fazermos um com organização melhor. Nesse, a pessoa tinha que comer em duas horas. Podia ir ao banheiro quantas vezes quisesse, sair do ambiente... Mas isso não funciona. Por isso faremos um termo de responsabilidade e regras".
'Saí de lá querendo tomar sorvete', garante Diogo Giacomini, autor da proeza
Oi pessoal hoje pela manhã peguei um Uber no meio da viagem notei que esta bolcinha estava caída de baixo do banco do motorista, logo perguntei a ele se era seu pertence e ele me respondeu que não, resolvi abrir para ver se tinha algum documento, para minha surpresa não tinha nenhum documento o numero de celular, somente estas notinhas de dinheiro, se alguém perdeu ela hoje entre em contato comigo que levo até você!