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sábado, 29 de julho de 2017

ESTES SÃO OS 10 REMÉDIOS QUE PODEM DESTRUIR SEUS RINS - E NINGUÉM NUNCA AVISOU VOCÊ!


As pessoas buscam praticidade e um retorno quase imediato dos tratamentos, o que não costuma acontecer com a maioria dos remédios caseiros.
Apesar disso, a alternativa natural é, sem dúvida, a melhor opção para quem não objetiva apenas a cura da doença, mas valoriza a saúde integral do corpo.
Por que estamos dizendo isso?
Para quem não sabe, essas drogas farmacêuticas causam dependência e muitos efeitos colaterais.
Ou seja, se você se automedica e corre para a primeira farmácia quando sente alguma dorzinha ou desconforto,  melhor tomar cuidado!
Neste post, você vai ver uma lista de medicamentos comuns, mas que são altamente agressivos aos rins.
E lembre-se: remédio não é alimento.
Todas as drogas citadas aqui têm efeitos colaterais (como problemas renais) e só devem ser consumidas sob a prescrição do seu médico.
Veja:
1. Antibióticos: Vancomicina, sulfonamida, ciprofloxacina e meticilina.
2. Analgésicos: Acetominofeno, aspirina, ibuprofeno, naproxeno.
3.Inibidores da COX-2: celecoxib (marca Celebrex), valdecoxib (marca Bextra), rofecoxib (nome comercial Vioxx).
4. Remédios para azia: Omeprazol, pantoprazol, rabeprazol, esomeprazol, lansoprazol.
5. Medicamentos antivirais: Aciclovir, tenofovir e indinavir.
6. Medicamentos para a pressão arterial elevada: captopril.
7. Medicamentos para artrite reumatoide:  cloroquina e hidroxicloroquina, infliximab.
8. Medicamento para transtorno bipolar: Lítio.
9. Anticonvulsivantes: Fenitoína, trimetadiona.
10. Quimioterápicos: Mitomicina C, ciclosporina, tacrolimus, interferon, pamidronato, cisplatina, bevacizumab, quinina, bem como propiltiouracil, que é usado para tratar o hipertiroidismo

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Startup testa drone para levar remédios a aldeias remotas

Muitos americanos ficam desconfiados quando veem um drone sobrevoando suas cabeças. Mas para pessoas de todo o mundo sem acesso a estradas, esses aparelhos podem ajudar a fazer uma conexão capaz de salvar vidas com medicamentos e laboratórios.

No fim da semana passada uma startup chamada Vayu disse que seu veículo aéreo não tripulado havia realizado os primeiros voos de longa distância totalmente independentes transportando amostras delicadas de sangue e fezes de vilas remotas até um laboratório.
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A tecnologia básica não é nova, mas o experimento aéreo da Vayu sobre o terreno montanhoso de Madagascar pode dar início a um sistema de transporte inovador.
Os drones são capazes de transportar vacinas, medicamentos e amostras sensíveis à temperatura e à pressão -- para diagnosticar tênia, por exemplo -- para uma parte do total de um bilhão de pessoas sem acesso a boas estradas.
O drone da Vayu, “desenvolvido especificamente para entregar suprimentos de saúde essenciais ao destino final em países em desenvolvimento”, é capaz de decolar e pousar verticalmente, sem usar pista, nem lançador, e de carregar dois quilos de materiais médicos por até 60 quilômetros.
No vídeo comemorativo da empresa o drone transporta sua importantíssima carga por 13 quilômetros em apenas alguns minutos.
Pode ser que ele seja um veículo aéreo não tripulado de marketing, mas é bem legal, com giros panorâmicos vertiginosos de paisagens belas e inacessíveis, com sua dose diária de filmagens radicais de drones e de espectadores animados, cuja saúde ou cujas vidas poderiam depender desses veículos.
A Vayu, que foi criada em 2014 e tem sede em Michigan, EUA, trabalha em Madagascar juntamente com o Instituto de Saúde Global da Universidade Stony Brook e com o apoio dos governos locais e da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid, na sigla em inglês).
A empresa está trabalhando em um drone capaz de voar por 100 quilômetros e planeja usar a tecnologia em Papua-Nova Guiné, no Maláui, nas Filipinas e no Nepal.
Se a Vayu e outras empresas que trabalham com o problema conseguirem superar as montanhas e o ceticismo, os drones provavelmente terão um papel cada vez mais importante na resposta a emergências e nas entregas de recursos críticos.

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