sábado, 22 de outubro de 2016

Drone modular estimula criatividade dos jovens e pode virar um hovercraft

A Makeblock, uma startup chinesa baseada em Shenzhen, criou um drone modular que pode ser montado de diversas maneiras diferentes de acordo com o seu objetivo. O foco do dispositivo é a educação de crianças e adolescentes nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, chamadas juntamente, na língua inglesa, de STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics).


Assim, com o Airblock em mãos, você tem uma central de processamento que controla as unidades de propulsão separadamente. Elas se conectam umas às outras através de ímãs presos às estruturas leves feitas de um tipo de isopor. Dessa forma, você não precisa ter medo do seu drone cair no chão e se espatifar: na verdade, ele vai fazer isso mesmo, mas você pode remontá-lo novamente da maneira que quiser.
Além da forma de drone, uma base feita com o mesmo material leve está inclusa no kit. Com ele, você pode criar um hovercraft capaz de flutuar com delicadeza sobre o chão e até sobre a água. O Airblock está sendo custeado por uma campanha no site de crowd funding Kickstarter e ultrapassou sua meta em menos de 24 horas.


Para controlar o drone, o usuário utiliza um aplicativo em seu smartphone ou tablet. Através dele, é possível programar rotinas aéreas e até criar manobras radicais de maneira simples e intuitiva. Tudo isso serve como porta de entrada para jovens aprenderem programação e engenharia da maneira mais divertida: brincando!

O Airblock da Makeblock
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Agora drones são capazes de caçar outros drones [vídeo]

Tão rápido quanto houve a explosão dos drones no mercado, não demorou para que surgissem empresas, tecnologias e armas feitas especialmente para ajudar a derrubar robôs que estão voando por áreas restritas. Mas enquanto alguns como a polícia holandesa preferem métodos mais peculiares, a solução encontrada pela empresa Airspace é bem mais simples: basta usar outro drone para caçá-lo.


Assim, a companhia desenvolveu um drone super inteligente, capaz de não apenas encontrar e alcançar outros veículos voadores, como também de captura-los com a ajuda de um lançador de redes. Para tornar tudo mais impressionante, você nem precisa controlar seu drone caçador para; basta usar o app de controle do sistema pare definir o alvo e deixar o aparelho fazer o resto.
Obviamente, muitos devem estar se fazendo aquela pergunta: será que ele faz o que promete? É só ver o vídeo no início da matéria e tirar suas próprias conclusões. Como você pode notar, o drone da Airspace faz exatamente como prometido, caçando sua “presa” com facilidade em poucos segundos. A empresa, vale notar, não explica como toda a tecnologia funciona, mas ao menos deixa claro que os drones capturados dessa maneira não são danificados.
Vendo um nível de eficiência tão grande, não seria surpresa se vários estabelecimentos no futuro, como aeroportos e até áreas militares, começassem a ter meia dúzia desses drones preparados para agir e derrubar veículos invasores em um futuro não muito distante.




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domingo, 16 de outubro de 2016

Intel lança drone profissional destinado à indústria


Criado em parceria com a subsidiária Ascending Technologies, o Falcon 8+ foi desenhado para realizar inspeções industriais e serviços de vigilância e mapeamento. O drone conta com quatro propulsores em “V” (design da AscTec) e pode alcançar velocidades de até 56 quilômetros por hora – bem mais veloz que aeronaves amadoras.


O aparelho ainda vem equipado com um sistema de comunicação integrado e baterias reserva para voos mais longos. Outro destaque é o Intel Cockpit, um controle remoto tecnológico que traz um tablet e comandos profissionais para pilotar o drone com precisão absoluta.


A Ascending Technologies, empresa especializada em drones, foi adquirida pela Intel em janeiro deste ano, e o lançamento do Falcon 8+ demonstra que a Intel quer se expandir no mercado empresarial de drones, que não é muito homogêneo. Pelo menos por enquanto, não há nada que indique que a Intel tenha interesse em entrar no segmento amador, atualmente dominado pela DJI.
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Novo drone da General Electric consegue detectar vazamentos de gás

No último domingo (9), durante a inauguração de seu novo centro de pesquisa e desenvolvimento de óleo e gás em Oklahoma, a General Electric apresentou ao mundo o drone Raven. Com pouco mais de 9 quilos, o mecanismo foi desenvolvimento com o intuito de detectar vazamentos de forma mais rápida e eficaz do que qualquer humano seria capaz de fazer.

O drone foi criado tanto para operar nas plantas de operação da própria GE quanto para ser oferecido a outras companhias, permitindo que elas poupem dinheiro e tenham dados mais precisos sobre suas operações. Segundo a fabricante, o gadget é capaz de fazer verificações três vezes mais rápidas que os meios usados anteriormente — processo que é exigido pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.
O Raven é equipado com câmeras com sensores infravermelho e pode fazer voos com duração de até 40 minutos com uma única carga — os dados registrados são enviados a um iPad para verificação. O equipamento pode indicar a gravidade de um vazamento (algo que uma câmera tradicional é incapaz de fazer) e vem equipado com um software customizado capaz de planejar rotas de voo e analisar os dados coletados durante o caminho.
Atualmente, somente duas unidades do Raven foram construídas, sendo que a GE deve continuar investindo em aprimoramentos para o equipamento em sua unidade de pesquisa e desenvolvimento. Além de detectar a presença de gás no ambiente, futuramente o gadget vai poder ser usado para inspecionar maquinários de difícil alcance e realizar outras atividades de gerenciamento em fábricas.
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domingo, 9 de outubro de 2016

DJI anuncia óculos de ‘realidade virtual’ para controlar drones remotamente o DJI Goggles.

No mercado de drones, a DJI é uma das marcas de referência, com muitos aparelhos de qualidade. Dessa vez, a empresa anunciou um óculos, similar ao de realidade virtual, mas que serve para outro propósito: controlar o veículo aéreo da perspectiva em primeira pessoa. Ou seja, você vai se sentir como se tivesse voando.
Chamado de DJI Goggles, o acessório serve display enquanto você controla o Mavic Pro, um dos produtos mais renomados da companhia. Diferente do conceito de VR, o periférico realmente o coloca na visão em tempo real do drone, passando a sensação de “voar” por aí.
Esse é o DJI Goggles, um óculos para controlar ou assistir o drone Mavic Pro sobrevoando

Câmera em Full HD e muita diversão

Apesar de ser um produto muito recente, anunciado em um evento na semana passada, o Mavic Pro com o DJI Goggles ainda não está acessível à imprensa ou ao público, mas o Engadget conseguiu colocar as mãos nos aparelhos e falaram algumas das impressões do veículo: muito divertido.
Primeiramente, a parte técnica: o drone conta com uma câmera que transmite vídeos em Full HD (1920x1080) diretamente para o acessório, diferente dos concorrentes, que trazem um streaming de 720p. No visor em si, não há uma separação de uma mesma tela, mas sim dois displays que transmite a imagem de alta resolução, oferecendo 80 graus de FOV (Field of View ou Campo de Visão”), que é relativamente menor que o Oculus Rift ou o HTC Vive.
O conforto do DJI Goggles é muito, segundo o Engadget
De acordo com o site, o periférico é muito confortável, similar ao PlayStation VR da Sony, mas não é exatamente um produto bonito na aparência externa, parecendo algo com uma qualidade menor. Porém, não é isso que importa, não é mesmo? Todo o conteúdo em vídeo é enviado através da tecnologia sem fio OcuSync, que é proprietária da DJI.

A conexão sem fio perfeita

Uma das vantagens do DJI Goggles é a conexão totalmente livre de fios. De acordo com o portal, a conexão não teve nenhum tipo de problema em momento algum, transmitindo vídeos de qualidade altíssima sem sofrer com nenhum obstáculo. Entretanto, não é recomendável que apenas uma pessoa pilote o drone dessa forma (você não tem total visão dos arredores).
Controle do DJI com o display integrado
Por conta dessa visão FPV (First Person View ou Visão em Primeira Pessoa), o drone conta com conexões para dois aparelhos simultâneos ou diversos outros óculos que se comuniquem via frequência de rádio.
Por ora, ainda não há um preço nem data de lançamento para o DJI Goggles, mas considerando que o seu concorrente, da Yuneec custa US$ 250 (R$ 800 reais), certamente não será nada barato. O Mavic Pro, o drone compatível (no futuro, mais produtos terão suporte) sai por US$ 999 (R$ 3,2 mil) ou US$ 749 (R$ 2,4 mil) sem o controle de joysticks embutido com um display.
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Oração da ração




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